As fanfics na escola

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Ascensão e Queda: A Jornada de Anakin Skywalker
Sinopse
Em uma galáxia abalada pela guerra e intrigas políticas, Anakin Skywalker, um valoroso Cavaleiro Jedi, se vê envolto em uma rede de mentiras e manipulações que o conduzem ao lado sombrio da Força. Tentando salvar sua amada Padmé, Anakin faz escolhas desesperadas, levando-o a se tornar Darth Vader. Em sua jornada, ele enfrenta mestres Jedi, destrói seus antigos aliados, e se torna o instrumento de um império maligno. No entanto, é somente através de seu filho, Luke Skywalker, que Anakin encontra redenção, redescobrindo o verdadeiro significado do amor e cumprindo seu destino como o escolhido para trazer o equilíbrio à Força. Uma história de amor, perda e redenção, que revela a tragédia de um herói corrompido e sua luta para encontrar a luz novamente.
Fanfictions nos anos finais do Ensino Fundamental


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Ascensão e Queda: A Jornada de Anakin Skywalker
CONTEXTO
Esta fanfiction é baseada nos acontecimentos de Star Wars: Episodio III - A vingança dos Sith e tem Anakin Skywalker como protagonista e narrador personagem. O capítulo 1, se passa após a queda de Anakin Skywalker para o lado sombrio, enquanto o capítulo 2 ocorre ao final de Star Wars: Episódio IV - O retorno dos Jedi, após a redenção de Vader por Luke Skywalker.
CAPÍTULO 1
Vi com meus próprios olhos o Mestre Windu tentando eliminar o supremo chanceler Palpatine, e em puro desespero, deferi-lhe um golpe destruindo seu sabre roxo. Eu estava tão perdido, confuso, só queria salvar minha amada, e Palpatine foi o único que me ouviu, o único que me mostrou uma saída. Com esta atitude do chanceler percebi a hipocrisia dos Jedi e suas mentiras, valorosos cavaleiros que na verdade são algozes dos que discordam de suas crenças e regras. Que moral tem os Jedi para destruirem um político que discorda dos conceitos da Ordem? No fundo, ouvi um eco da Força, Mestre Qui-Gon Jin sussurrando para que eu não caísse no lado sombrio, porém, era tarde. Minha ambição foi minha ruína e meu amor foi a minha destruição.
Abracei o mal dos Sith, pois eles me acolheram. ‘’Não servirei’’, foram as palavras que pronunciei ao salvar Palpatine. Decidi que não mais servirei à Ordem Jedi. Com essa declaração, Palpatine rapidamente me instruiu nos caminhos sombrios da Força. Ele me disse: ‘’Paz é uma ilusão; existe apenas a Força. É por meio dela que ganho poder e vitória. E pela vitória, minhas correntes são rompidas e assim sou liberto. O Lorde Sith continuou: "Liberte-se das amarras da Ordem Jedi. Em combate, permita que suas emoções e instintos tomem o controle; eles lhe concederão mais poder, mais ímpeto. Nunca se esqueça que os Jedi são submissos à Força, enquanto os Sith a dominam.
É a Força que nos serve, que nos obedece. Para se tornar verdadeiramente poderoso e controlar a Força, vá ao templo Jedi com um batalhão de clones, elimine todo e qualquer Jedi, sem hesitação, sem misericórdia, pois somente pelo ódio e pela violência serás forte o suficiente para controlar a vida e a morte; você trará a paz que tanto queremos, paz que os Jedi não entendem. A galáxia terá harmonia, será um verdadeiro paraíso. Com essas palavras, percebi minhas emoções e sentidos se tornarem turvos, tentei lutar contra o lado negro da Força que invadia o meu ser, mas a sensação de liberdade e propósito foram maiores e tomaram conta de mim. Eu precisa salvar Padmé e trazer ordem e paz para a galáxia. Poucas horas depois, me preparei para a missão.
O imperador Palpatine me forneceu uma armadura especial que vesti sob meu manto negro, e com um batalhão de clones, dirigimos ao templo Jedi. Era um belo entardecer, com as luzes dos dois sóis alaranjados iluminando as grandes colunas brancas do templo. Naquele cenário deslumbrante, enfrentei o combate mais desafiador da minha vida. Os batalhões invadiram o templo e cobriram quase todas as saídas. Eles avançaram primeiro, com o objetivo de invadir a sala de comunicações do templo. Entrei sozinho pela janela da câmara de meditação. Três cavaleiros Jedi estavam meditando, ao me verem, levantaram-se e atacaram imediatamente, sentindo o meu lado sombrio.
Vieram dois pela esquerda e um pela direita, atacando simultaneamente. Girei meu corpo e bloqueei o golpe da direita, enquanto, com a Força, empurrava os dois Jedi da esquerda contra a parede. Rapidamente, entrei em combate com o Jedi à minha frente. Deixei o instinto, as emoções e a Força fluírem dentro de mim. Com isso, meus ataques se tornaram mais vorazes e violentos. O Jedi com quem eu estava lutando bloqueou minha investida inicial, mas logo ataquei com cinco golpes rápidos na altura do torso, todos direcionados em acertar o centro do corpo com a ponta de meu sabre de luz. Ele conseguiu bloquear cada golpe de forma ágil, mas, no último ataque, percebi uma brecha no flanco esquerdo do Jedi e ataquei rapidamente na altura da cintura com um leve toque de meu sabre na cintura.
Assim que o Jedi se curvou de dor, provoquei uma ferida no seu peito com o meu sabre. Ele caiu, os outros Jedi estavam aterrorizados. Peguei o sabre de luz do Jedi caído, e usando a Força, atravessei-o com meu sabre na frente dos outros Jedi que estavam em choque. Com as peças e componentes no ar, extrai o cristal Kyber, o coração do sabre, e mergulhei no lado sombrio, fazendo com que ele fosse corrompido. Consegui sentir todo o poder do lado sombrio, enquanto remontava o sabre. Usei a Força para fechar as janelas da sala, que se tornou uma escuridão completa por alguns segundos. Logo, a escuridão foi iluminada pela luz escarlate do sabre que havia usurpado e corrompido.
Naquele momento, a jornada se tornava irreversível; Anakin estava destruído, restando apenas Vader. Na penumbra da sala, somente a luz saturada de três sabres era visível, mas, com o lado sombrio da Força, a escuridão se tornou minha aliada e um obstáculo para a escória Jedi. As lâminas de luz dançaram em combate. Ambos os Jedi à minha frente eram habilidosos e versáteis em combate, atacando com precisão e tentando me encurralar contra a parede, apesar do medo que sentiam de mim. Foquei na defesa com toques rápidos do meu sabre contra os deles. Quando um ataque era repelido, outro surgia. Em certo momento, fui encurralado, mas saltei na parede e passei por cima de um deles, atingindo-o no ar com meu sabre vermelho.
Embora o ferimento não fosse grave, aproveitei a oportunidade, e usando a Força, arranquei o sabre de luz das mãos do Jedi e perfurei o outro Jedi ao seu lado, que não notou esse meu gesto e caiu abatido e, nesse instante, golpeei o Jedi de forma fatal. Após a vitória, saí pela porta principal que dava a um extenso e colossal corredor. Encontrei um grupo de seis Jedi correndo em direção à entrada principal, que dava acesso ao saguão principal, muitos metros à minha frente. Com todo o poder do lado sombrio, derrubei uma coluna sobre a porta, impedindo-os de progredir. Eles me olharam e gritaram: "O que está fazendo, mestre Skywalker? Não respondi. Em silêncio, ativei meu sabre vermelho e caminhei lentamente na direção do grupo.
Os fortes ventos que sopravam pelas janelas à minha esquerda, combinados com as luzes vermelhas do entardecer, apenas aumentavam minha determinação em lutar. Os seis Jedi correram na minha direção. Dessa vez, deixei o lado sombrio me consumir, experimentando seu poder sem reservas. Saltei no meio do grupo, rebatendo com muita agilidade todos os golpes que vinham de todas as direções, girei meu corpo diversas vezes. Assim rebati ataque vindos até das minhas costas, sem sequer olhar, em movimentos violentos de meus braços. Em um breve intervalo entre os ataques, usei a Força para rasgar o chão de um lado ao outro, derrubando os Jedi que estavam à minha frente.
Nenhum deles esperava por esse movimento, e logo caíram no chão. Os dois Jedi que estavam atrás de mim foram derrotados com um simples movimento das minhas mãos em seus pescoços. Outro Jedi avançou tentando golpear minha cabeça. Esquivei-me, apliquei uma rasteira lateral e, enquanto ele caía, usei a Força para puxá-lo em direção ao meu sabre. Os quatro Jedi restantes se levantaram e avançaram em grupo. Um deles, mais atrás, invocou a Força e começou a arremessar pedaços das colunas destruídas em minha direção, enquanto os outros três tentavam me atacar. Avancei ofensivamente contra os três Jedi. Quando o primeiro pedaço de coluna veio em minha direção, eu o dominei com a Força e o lancei contra um Jedi que saltava para me atacar por cima.
Os outros dois Jedi à minha frente avançaram, com um deles utilizando as paredes para pular e atacar no ar, como o Mestre Yoda. Apesar da dificuldade de atacá-los, o lado sombrio me permitiu contra-atacar com precisão, atingindo ambos os Jedi no peito ao mesmo tempo com um único movimento, abatendo-os. Quanto ao Jedi mais ao fundo, ele lançou seu sabre em minha direção, mas eu quebrei o teto sobre ele, esmagando-o antes que pudesse reagir. O sabre caiu desligado ao meu lado, e notei que era um sabre que eu já havia visto antes: o de Talia. O lado sombrio aguçou meus sentidos, mas não consegui reconhecê-la durante o combate.
Em seguida, removi a coluna que bloqueava o caminho e me encaminhei ao saguão principal. Ao chegar, o conflito estava intenso: muitos Jedi e clones desciam do teto e entravam pelas janelas, com artilharia pesada de canhões e blasters. No meio desse caos, avancei, ordenando aos clones que ocupassem as salas adjacentes. Enfrentei uma legião de Jedi – a maioria cavaleiros e padawans – com pouco suporte dos clones. No vasto saguão em ruínas, abati centenas de Jedi rapidamente. Mesmo treinados, eles não eram páreos para o lado sombrio. Cercado por todos os lados, meu instinto me guiava, com movimentos e golpes de sabre mais velozes e precisos.
No meio do combate, ouvi uma voz ordenando que os Jedi se afastassem. Senti o chão abaixo de mim ceder, e ao saltar, fui empurrado violentamente para trás pela Força, atravessando uma janela no segundo andar e parando na sacada principal do templo. Era uma área aberta, com vista para toda a cidade de Coruscant e o belo entardecer. Assim que me levantei, vi o Mestre Zarkhan caminhando em minha direção. Ativei meu sabre, e entramos em duelo. Ele era um adversário formidável, com um estilo único que combinava ataques físicos e manipulação do sabre com a Força. Ora empunhava o sabre com as mãos, ora o soltava, controlando-o com a Força.
Lutamos por um bom tempo, trocando golpes intensos. Sua postura era firme e direta, e ele conseguiu me atingir várias vezes nos ombros, peito e cintura. No entanto, a armadura de Palpatine reduziu o dano, embora eu ainda sentisse a dor dos golpes e o calor da armadura esquentando. Logo ele lançou o sabre ao ar e me atacou com dois chutes aéreos, quebrando minha postura. Com a Força, lançou seu sabre em mim, que defendi por puro reflexo. Contudo, meu sabre corrompido foi danificado no cabo e se tornou inútil.
Tomado pela raiva, lancei um poderoso empurrão com a Força, jogando Zarkhan contra uma parede. Antes que ele pudesse se levantar, corri e o atingi com meu sabre de luz azul no peito. Em suas roupas, encontrei um cartão de acesso ao centro de comunicações. Sem olhar para trás, peguei o cartão e segui meu destino. A invasão ao templo foi um sucesso. A maioria dos Mestres Jedi estava em missões em outros sistemas estelares, deixando no templo apenas padawans e cavaleiros. Os Jedi restantes não foram um problema. Decidi manter meu sabre original e me desfiz da armadura, que estava muito danificada. Notei que a armadura pertencera a Darth Galhad, reconhecendo sua assinatura e runas Sith em uma das placas. Finalmente, segui para a sala de comunicações, onde transmiti uma mensagem em todos os canais Jedi: "A guerra acabou. Todos os Jedi devem retornar ao templo." Meu trabalho estava concluído.
CAPÍTULO 2
Após toda a guerra, depois de perder o que mais amava, após minha queda e meu pecado, eu me perdi. Anakin foi morto, seu corpo foi cremado, e Vader nasceu. Tornei-me aquilo que abominava, aquilo que jurei destruir, o mal encarnado. Meu erro, um erro que muitos poderiam cometer, foi entregar tudo por alguém que eu amava. Minha angústia é a angústia de muitos. Pelo amor à minha esposa, eu perdi tudo. Mas foi pelo amor ao meu filho que encontrei redenção. Meu arrependimento é eterno, mas meu espírito está unido à Força. Sei que sou o escolhido, aquele que deveria trazer equilíbrio à Força. No entanto, apenas causei morte e destruição. Um império se ergueu devido à minha negligência. Um Sith reinou por minha paixão, e inocentes morreram porque meu bom senso foi corrompido. Mas lembre-se, Luke, meu filho: "você foi meu maior amor, por você eu me redimi".

















O legado

Fanfictions nos anos finais do Ensino Fundamental
Sinopse
Criada em meio ao luxo e à influência de uma poderosa família europeia, Lisa Ferrari descobre que o prestígio de seu sobrenome esconde um pacto antigo, marcado por crimes e segredos enterrados desde 1939. Quando investigações arquivadas dos anos 1990 ressurgem, ela se vê presa a um legado de morte que atravessa gerações. Entre memórias fragmentadas e identidades em conflito, Lisa confronta uma verdade cruel e irreversível: alguns legados não são feitos de honra, mas de sangue, e nem sempre é possível escapar daquilo que se herda. Uma narrativa que expõe como o passado molda, corrói e silencia, tornando o amadurecimento uma luta constante contra aquilo que se herda.

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O legado
Uma família muito luxuosa e influente é encarregada de investigar os crimes misteriosos ocorridos na Europa durante a década de 1990. Apesar das investigações, os casos foram arquivados e nunca se soube exatamente o que aconteceu. Agora, anos depois, o passado volta à tona, trazendo revelações perigosas, segredos sombrios e consequências irreversíveis.Inspirado no filme A Casa de Cera e na série The Vampire Diaries (Temporada 2, Episódio 7).
Prólogo – Itália, 1939
Uma sala escura, com cheiro de éter e ferro. Elena Ferrari observa friamente enquanto Dean Winchester retira órgãos de um corpo em uma maca improvisada.
— Com isso, podemos pagar tudo. Fundar algo que leve nosso nome.
O relógio marca 3h33. Do lado de fora, ouve-se a sirene da guerra.
— Mas isso é crime.
— É legado.
O corpo empalhado é selado. Nasce ali a marca... e o pacto de sangue da família Ferrari.
Capítulo 1 – Devil’s Night Masks (Noite do Diabo e Máscaras)
Milão, Itália – 22/10/2015
Hoje meu dia foi extremamente cansativo. Fiquei de plantão a madrugada inteira. Faço estágio em enfermagem e posso afirmar com certeza: não é uma profissão fácil. Enfrento muitas situações difíceis diariamente, desde lidar com pacientes em estado delicado até encaminhá-los para internação e repassar corretamente as informações aos médicos.E o mais curioso é que ainda nem concluí o curso. Sou apenas uma estagiária.Minha mãe também já foi enfermeira quando era mais jovem, mas depois se formou em Relações Internacionais.
Meu pai, por sua vez, chegou a ser médico legista, mas não permaneceu por muito tempo na profissão. Após o falecimento dos meus avós, ele herdou a famosa marca de carros FERRARI, fundada pela nossa família em 1939.Acredito que essa conexão com o ambiente hospitalar já faz parte do nosso DNA.Este mês comemoramos o Halloween, o mês das bruxas e, como de costume, a minha família mantém viva uma tradição que começou junto com a fundação da Ferrari. Todos os anos, realizamos um baile de máscaras no palácio "Villa Reale di Milano".
31/10/2015
É hoje.
Me arrumei rapidamente para o baile, coloquei meu vestido com corset preto e a máscara preta. Calcei meu salto Louboutin, fiz babyliss no cabelo e coloquei uma música da banda Chase Atlantic para ouvir enquanto me preparava. Chegamos ao Palácio. A família Ferrari teve uma entrada triunfal.
Foi maravilhoso. Eu amo essa tradição. As fotos da minha família na frente do Palácio me enchem de orgulho.
Dentro do Palácio há um memorial em homenagem aos nossos antepassados. Lá, vi a foto do meu tataravô, o marinheiro mais conhecido do estado.
Ele foi um dos mais importantes na história da Ferrari.
A imagem central me fez chorar, lá estava minha avó, a médica mais conhecida da cidade.
Ela é muito importante para mim. Faleceu quando eu tinha apenas quatro anos. Lembro das histórias que me contavam sobre a época em que ela trabalhava no hospital. Ela me inspira até hoje.
À esquerda, estavam as fotos dos meus tios, ambos agentes do FBI.
À direita, minhas tias: Elena e Marianne. Elena era juíza, e Marianne, médica.
Me emocionei ao ver todas essas fotos, pois representam o legado da minha família.
Mas há um mistério que talvez nunca seja revelado: como uma família cheia de pessoas influentes nas áreas da saúde e da justiça não conseguiu descobrir o que realmente aconteceu com os crimes arquivados na década de 90?
Mesmo com uma família formada por médicos, advogados, juízes e até investigadores do FBI, até hoje ninguém teve pistas, suspeitas ou sequer rumores sobre os responsáveis pelos crimes da década de 90.
Eu leio isso no noticiário, e é engraçado perceber que só agora, depois de 76 anos de história da família, a mídia resolve questionar isso.
A manchete dizia:"Como uma família tão poderosa e preparada, com tantos especialistas, nunca desvendou os crimes? Como e quem os executou?"
Talvez a resposta esteja no que ninguém ousa dizer em voz alta: já sabíamos. Ou melhor, somos nós quem cometemos os crimes.
Em 1939, Elena Ferrari e Dean Winchester matavam pessoas e vendiam os corpos para o tráfico de órgãos. Eram muito bem remunerados por isso, tão bem pagos que com o dinheiro, fundaram a empresa FERRARI.
Alguns dos corpos eram empanados em cera, transformados em réplicas horrendas, bonecos de cera perfeitos, mas vazios de alma.
E assim começou o legado: todos na família devem matar.
Lembro da primeira vez em que fiquei sozinha em um plantão no hospital. Uma paciente estava totalmente debilitada. Quando percebi que não havia mais ninguém no setor, arranquei os fios que a mantinham viva.
Ela morreu silenciosamente, como se já soubesse o que a esperava.
Na tela do monitor, a gravação mostrava a perda dos sinais vitais. Mas, de repente, o vídeo se distorceu. A imagem parecia falhar, revelava algo mais. Algo estranho. Perturbador.
A imagem distorcida parecia um eco de algo que nunca havia acontecido. O quarto estava vazio, e a tela piscou uma última vez antes de tudo escurecer.
A história que eu estava contando… não era minha.
A cena então corta para uma sala de interrogatório. Dois detetives do departamento de homicídios estão sentados à mesa, com uma pilha de arquivos e um diário envelhecido diante deles. Observam as anotações, analisando confissões sombrias de alguém que, ao que tudo indica, cometeu uma série de crimes macabros.
Cada palavra descrevia uma vida, uma rotina, um legado de morte transmitido ao longo de gerações. Mas havia algo profundamente errado.
— Ela está morta desde 2015 disse um dos detetives, virando mais uma página do diário, com o rosto marcado por uma mistura de incredulidade e horror.
— Esse diário foi encontrado no porão da Villa Reale, trancado dentro de um cofre. Mas os registros confirmam: ela foi a última vítima da família Ferrari.
O segundo detetive, visivelmente desconcertado, franziu a testa:
— Como pode ser? Tudo isso parece tão real, tão detalhado...
— Sim, parece
Respondeu o primeiro detetive
— Mas é um relato póstumo. Ela descreve seu próprio assassinato e o legado da família como se ainda estivesse viva. Mas, na verdade, ela foi morta no hospital em 31 de outubro de 2015, a mesma noite em que relata ter matado aquela paciente.
Eles viraram para a última página do diário. Lá, com uma caligrafia trêmula, havia uma anotação final:“Não sou eu que estou matando. Eu fui morta naquela noite. Tudo isso... é a minha despedida.”
O silêncio na sala era denso. O diário não era uma confissão de crimes futuros, mas um registro sombrio de uma alma já perdida, escrito nos momentos finais de sua vida, antes de se tornar a última peça no sangrento legado da família Ferrari.
FIM.
Capítulo Extra – Vozes do Legado
Às vezes, sinto que não sou eu. É como se outra voz falasse comigo. Não apenas pensamentos, mas uma presença. Algo que sussurra, comanda, vigia.
À noite, ouço passos atrás da porta do meu quarto. Sei que estou sozinha, mas escuto o som abafado de saltos no corredor. Quando me aproximo do espelho, vejo algo que não deveria estar ali: uma mulher. Ela veste o mesmo uniforme branco de enfermagem, mas não sou eu. Seus olhos são mais escuros, vazios, como se guardassem todos os horrores da minha família. E ela sorri.É sempre no hospital.
É sempre 31 de outubro.
Esse dia parece repetir-se na minha mente como uma maldição. Sempre acordo suando frio, mesmo que o ar-condicionado esteja desligado. A luz pisca. E eu a vejo: parada no corredor, segurando uma seringa.
Mas nunca lembro de ter saído da cama.
Ontem, encontrei um prontuário assinado com meu nome. Uma internação, um óbito, um laudo médico. Tudo com minha caligrafia... só que eu não estava de plantão. Ninguém me viu chegar ou sair.
Hoje, encontrei minha gaveta trancada, mas dentro havia uma máscara preta, igual à do baile. E sangue. Muito sangue.
Eu me olho no espelho.
Ela me olha de volta.
Ela sorri primeiro.
Se não for eu... então quem está matando por mim?
Ou pior:
E se for eu, só que não sei mais quem sou?
Epílogo
"Aos que ousam mergulhar nas sombras e encarar o lado obscuro das histórias. Esta narrativa é para aqueles que sabem que, por trás de todo legado de poder, existem segredos enterrados nas profundezas. Que você encontre coragem para desvendar cada mistério, ainda que o preço seja confrontar seus próprios demônios. Lembre-se: nem tudo o que reluz é ouro; às vezes, é apenas cera cobrindo o horror."
CONTEXTO

















Five nights at Freddy's: um pesadelo sem fim

Fanfictions nos anos finais do Ensino Fundamental
Sinopse
Após o desaparecimento inexplicável de um vigilante em uma antiga pizzaria, Michael Schmidt aceita trabalhar como segurança noturno na abandonada Freddy Fazbear’s Pizza, acreditando ser apenas mais um emprego temporário. No entanto, as noites revelam falhas estranhas, animatronics que se movem sozinhos e segredos ligados a crianças desaparecidas. Ao descobrir a verdade por trás dos crimes e enfrentar o responsável pelo horror do passado, Michael percebe que o terror não se limita ao prédio. Mesmo com o fechamento do local, sinais inquietantes indicam que o pesadelo continua. Uma história de suspense e terror que revela que alguns horrores jamais permanecem enterrados. Uma narrativa que transforma memória e trauma em horror contínuo, revelando que o medo não desaparece com o tempo, apenas aprende a se esconder.
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Five nights at Freddy's: um pesadelo sem fim
Prólogo – Arquivos Perdidos (1987)
Fita de segurança recuperada – marcava “Turno Final – Jeremy Fitzgerald”
Na tela de baixa qualidade da câmera, Jeremy aparece entrando na sala de vigilância. Ele está com uma xícara de café nas mãos, cansado, mas atento. Era só mais uma noite, pensava ele. Às 4h03, a imagem começa a falhar. Primeiros chiados, depois a estática. Quando a gravação volta, a sala está vazia. A cadeira girando devagar. No canto da porta, um rastro vermelho escorria. A câmera fixa por alguns segundos no corredor escuro. Um vulto passa. Um som metálico ecoa. Nunca mais encontraram Jeremy. Nem ele, nem o uniforme. Só o relógio dele foi achado… parado, marcando 6h da manhã.
A vingança dos animatronics
Michael Schmidt está à procura de um emprego após ser demitido do seu emprego de guarda de shopping, ele roda a cidade e acaba vendo um cartaz de emprego de segurança noturno em uma pizzaria abandonada. Mesmo com muito receio das condições do local, ele liga para o número do cartaz, e quem atende é Dave Miller. Ele chama Michael para seu escritório para uma entrevista para ver se ele está apto para o emprego. Após falar com Dave, Michael é contratado para o emprego. Na sua primeira noite do novo emprego, ele percebe que coisas estranhas começam a acontecer no local. Ele acha estranho, mas decide ignorar e ir para sua sala de segurança, no meio da noite, a energia cai, pois, as fiações da pizzaria eram muito velhas, ele se assusta, mas não acontece mais nada na noite.
O relógio marca 6h, e antes de ir para sua casa, ele decide explorar um pouco da pizzaria, e acaba puxando uma alavanca que abre as cortinas e liga as luzes do palco, onde acabam se revelando 3 animatronics no palco pincipal, sendo eles: um urso, uma galinha e um coelho, e um animatronic raposa solitário em um palco separado. Ele se assusta de começo, mas logo decide ignorá-los. Explorando mais um pouco o restaurante, acha um pôster com o nome dos animatronics, sendo o urso: Freddy, a galinha: Chica, o coelho: Bonnie e a raposa: Foxy. Ele também descobre que o restaurante era dos anos 80, e, olhando alguns jornais da época, descobre que aconteceram muitos desaparecimentos no restaurante.
Após uma longa exploração ele volta pra casa e vai tentar dormir um pouco, mas fica pensando sobre os desaparecimentos na pizzaria, mas logo esquece e pega no sono. Após algumas horas, ele acorda de um sono pesado e percebe que ja está quase na hora de ir para o trabalho. Como está muito atrasado, passa em um fast food para comprar algo para comer e vai direto para o trabalho depois. Chegando la percebe que poderia fazer uma limpeza no local e coloca seus fones de ouvido no volume máximo e começa a limpar o lugar. Após terminar de limpar o salão principal, as luzes do palco se ligam sozinhas e ele vê o Freddy e a Chica dançando. Ele logo percebe que o Bonnie não está junto dos outros e só a sua guitarra está no chão, ele fica assustado e tenta voltar pra sua sala, mas vê Bonnie parado no corredor atrás dele, ele decide tentar levar Bonnie de volta pro palco, mas como era muito pesado, ele não conseguiu, mais decidiu voltar para sala, fecha a porta e pega no sono, ele acorda com Bonnie em sua porta.
Ele rapidamente fecha a porta ainda meio sonambulo, olha pela janela e vê sua cara macabra e se pergunta o que está acontecendo, o Bonnie parecia estar fedendo. Ele deixa a porta fechada e liga o computador da sua sala, vendo assim as câmeras da pizzaria inteira, ele olha a câmera do palco onde ficavam todos os animatronics e vê que eles estavam olhando para câmera ele se assusta até que a câmera trava e pisca por um segundo e com isso os animatronics do palco saem. Ele também olha a câmera do Foxy que é um palco separado, e percebe que ele também não está lá. Ele escuta ruídos perto da outra porta do seu escritório e vê Chica, ele rapidamente fecha a porta e se pergunta o que deve fazer.
Assim que deu mais tarde, ele viu que os animatronics saíram das portas e ele decidiu sair de novo. Assim que ele abriu a porta à sua direita, mas percebeu que nas suas costas estava Freddy que atacou Michael, ele conseguiu escapar, mas viu os animatronics em volta dele, cercando-o no salão principal. Ele não viu escapatórias até ver Dave em uma fantasia de coelho antiga. Ele logo se revela dizendo que o nome dele realmente é William Afton o causador daqueles desaparecimentos. Ele revela que as crianças desaparecidas estão dentro dos animatronics. Após descobrir tudo, Michael tem uma ideia e pega um taser e da um curto nos circuitos dos animatronics. Assim todos se revoltam contra William querendo vingança e todos agora encurralam o Willian.
Como a roupa era antiga, ela ativa as travas de segurança e esmaga os ossos dele, fazendo-o gritar de agonia. Michael corre para fora do estabelecimento e deixa os animatronics terem a sua vingança e finalmente poder descansar em paz. Após alguns dias, ele vê que a pizzaria foi totalmente fechada e que nenhum animatronic foi encontrado lá. Ele fica com medo do que pode acontecer, mas decide ir procurar outro emprego.
Epílogo – Eles Ainda Estão por Aí
Alguns dias se passaram desde o fechamento definitivo da Freddy Fazbear’s Pizza. A polícia investigou o local, mas não encontrou absolutamente nada além de destroços, fios queimados e paredes marcadas. Nenhum animatronic foi encontrado. Nenhum sinal do corpo de William Afton. Era como se tudo tivesse desaparecido... como se o restaurante tivesse engolido os segredos que escondeu por décadas.Michael tenta seguir sua vida. Arruma outro emprego, muda de cidade. Mas, às vezes, à noite, ele acorda suando frio, ouvindo ao longe uma risada metálica e distorcida. Uma música de caixa que parece tocar sempre às 3h da manhã.
Na televisão, uma notícia chama a atenção:"Família relata desaparecimento de criança após visita a um antigo prédio abandonado nos arredores da cidade. Polícia investiga. Moradores afirmam que ouviram sons mecânicos e gargalhadas à noite."
Michael desliga a TV.
Olha para o relógio.
São 6h da manhã.
Ele respira fundo. E, ao sair de casa, vê na parede de um poste: “Freddy Fazbear’s Pizza – Em breve: Reabertura em novo endereço
”E, atrás dele, refletido no espelho do carro… dois olhos vermelhos se acendem.









Desenfreados: entre o amor e o asfalto
Fanfictions nos anos finais do Ensino Fundamental














Sinopse
Criada em meio ao luxo e às exigências de uma família poderosa, Ana vive dividida entre a vida controlada que lhe impõem e a adrenalina do mundo clandestino das corridas de rua, universo ao qual seu irmão JJ pertence. Quando amizades do passado retornam e sentimentos antigos ressurgem, Ana se vê cada vez mais próxima de um cenário marcado por velocidade, risco e escolhas impulsivas. O que começa como curiosidade e desafio transforma-se em tragédia, rompendo laços, sonhos e certezas. Entre o amor, a perda e o asfalto, Ana descobre que algumas decisões cobram um preço alto demais e que crescer, às vezes, significa aprender a viver com aquilo que não pode mais ser consertado. Uma narrativa sobre escolhas impulsivas, luto precoce e o amadurecimento imposto pela dor quando não há tempo para despedidas. Uma narrativa sobre escolhas impulsivas, luto precoce e o amadurecimento imposto pela dor quando não há tempo para despedidas.
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Desenfreados: entre o amor e o asfalto
Capítulo um
O despertador toca.
— Mas que merda...
Estou acordando numa manhã de sexta-feira.
— Bom dia, filha.
Diz minha mãe
— Bom dia, mãe...
Me levanto ainda sonolenta com as mãos em meus olhos, vou até o banheiro e como sempre faço minha rotina de skincare matinal antes de ir ao colégio, após me arrumar desço as escadas para tomar café com minha família
— Bom dia, família.
Comprimento meus pais.
— Filha não se esqueça de que hoje é a festa na empresa de seu pai, vamos ter convidados importantes dos EUA, então se comporte e se vista adequadamente.
— Tá mãe ... Tchau.
Reviro os olhos, saindo pela porta da frente, meu motorista, Michael me leva até a escola, o colégio Marista um dos colégios mais caros de São Paulo.
— Aí!
Sou abraçada por trás pela minha melhor amiga Sarah Torance.
— SARAH!
Fico surpresa ao ver minha amiga, Sarah, mora nos EUA, é uma surpresa ver ela aqui, ela fez intercâmbio no Brasil por um tempo, foi assim que viramos amigas.
— Oii, Ana, eu voltei
Nós nos abraçamos.
—Você voltou pra ficar?
Pergunto para ela.
— Sim, minha família veio tratar de negócios.
— Vamos combinar de sair a qualquer hora.
Pergunto para Sarah.
— Vamos sim.Capítulo dois
Agora é aula de literatura, são 11:00 e tudo que quero é sair daqui e me encontrar com Sarah, marcamos de nos encontrar depois das aulas, Sarah tem minha idade, mas está em outra classe.
— Ana, chama minha professora, aceno com a cabeça
— Sim. Respondo.
— Todos já sairam, você já pode ir.
Fiquei desatenta e acabei não percebendo o sinal tocar.
— DesculpaSaio da sala e vou em direção a saída onde Michael está estacionado, entro no carro e volto para casa para poder me arrumar para sair com Sarah, coloco uma mini saia preta, um cropped branco e meu louboutin, desço as escadas e vou com Michael até o local combinado, nós combinamos de nos encontrar em um café aqui perto, quando chego lá Sarah me recebe com um abraço e um sorriso no rosto.
Fiquei com muita saudade - diz ela, me abraçando fortemente. Estou muito feliz de ver Sarah, ela me ajudou em um momento muito difícil no passado, e foi assim que nos tornamos grandes amigas, mesmo longe, nós sempre mantivemos contato, estou muito feliz de ver ela aqui, e ainda mais feliz de saber que ela veio para ficar.
— Eu também estava morrendo de saudades, me diz, como foi nos EUA?
— Foi incrível, mas seria melhor se você estivesse comigo, nesse tempo, acabou que a empresa de meu pai cresceu, e agora estamos aqui para questões de negócios, meu irmão que vai resolver os negócios no Brasil, e meu pai vai cuidar da empresa nos EUA, resolvi vir com meu irmão, por mais que os EUA sejam bons, eu prefiro o Brasil.
— Sua família está fazendo negócios com qual empresa?
Pergunto para Sarah.
— Acho que... Miller's Company.Olho para ela com surpresa.
— Essa é a empresa de minha família
Ela ri e diz:
— Eu sei, quis fazer uma surpresa para você.
Fico feliz com mais essa surpresa, porém já tenho que ir, preciso me arrumar para a festa da empresa de meu pai.
Capítulo três
Chego em casa por volta das 18:00 e começo a me preparar para a festa da empresa de meu pai, nunca gostei dessas festas, mas meus pais sempre me obrigam a ir, falam que é para eu aprender mais sobre a empresa e seus negócios, eles não sabem, mas não quero trabalhar na empresa, isso deveria ser papel do meu irmão, o Jacob, mas todo mundo chama ele de jj, para meus pais, ele é o desgosto da família, meu irmão corre em rachas, sempre quis ir em uma, mas JJ nunca deixou. Termino de me arrumar e logo desço ás escadas, estou usando um vestido preto com uma fenda e meu salto da ysl.
— Você está linda filha.
Agradeço à minha mãe e logo vamos para a festa. Quando chego lá, já vejo Sarah. Ela está usando um belo vestido azul, logo vou em sua direção
— Oi, Sarah.
— Oii.
Ela me cumprimenta animada e com um sorriso no rosto, mas logo minha atenção vai para os homens do lado dela, os dois são altos do cabelo preto, são fortes, um parece ser asiático, o outro... Ele me olha com um olhar impactante que me deixa longe de meus pensamentos, Damon, irmão da Sarah.
— Oie, terra chamando, Ana.
Logo, minha atenção se volta para Sarah.
— Desculpa!
— Tudo bem, vem aqui, quero te levar até algumas pessoas.
Ela me leva em direção aos dois homens.
— Ana esse é o Kauã, amigo do meu irmão, e esse é o damon, que você já conhece.Olho para ela com uma feição de surpresa. Me viro para eles.
— Prazer, me chamo Ana, Ana Miller.
Capítulo quatro
Vou para a mesa de comida pegar alguns petiscos, quando me viro, Damon está atrás de mim
— Oi.
Ele me cumprimenta.
— Oi.
— Então é você Miller
— Sim, porque?
Ele dá um sorriso de canto, se vira e volta para sua mesa. Acho que conheço esse tipo, e ele se chama BABACA.
Capítulo cinco
Eu e Sarah estamos há horas rindo e contando o que perdemos da vida uma da outra enquanto estivemos separadas.
— E seu irmão, Ana, continua sendo o “desgosto” da família?
— Ele continua o mesmo, vive em rachas e nunca me leva nelas, mesmo que eu implore para ele deixar eu ir ele nunca deixa, diz que não é lugar para menininha de 15 anos.Sarah ri.
— E se a gente for escondidas na próxima racha? Você tenta descobrir quando e onde vai ser e nós vamos juntas.
— Gostei da ideia.Enquanto discutimos essa ideia, Damon e Kauã não param de nos encarar, quando Sarah veio fazer intercâmbio Damon veio junto, mas parece que ele mudou, e mudou muito. Volto a conversar com Sarah até que chega ao fim da festa
— Tchau, Ana, não esqueça de descobrir aquilo.
Ela me dá uma piscada e vai em direção ao seu motorista. Damon está lá, me olhando da cabeça aos pés, e, é claro olhando principalmente para a fenda de meu vestido. Entro para dentro do carro, e volto para casa.Capítulo seisJá é de manhã, acordo e vou tomar café até que...
— AIJJ dá um tapa na minha cabeça. Ele ri.
— Vai a merda!
— Bom dia para você também, maninha.
JJ é assim mesmo, irritante, mas sei que me ama tanto a ponto de dar a vida por mim.
— Bom dia!
Nossos pais nos cumprimentam. JJ não responde nada e fica com a cara fechada de sempre.
— Bom dia!
Respondo.
— Jacob, você precisa dar um jeito na sua vida e parar de ser um qualquer que só se mete em confusão.
— Como você mesmo disse, é minha vida e eu faço o que quiser com ela.Meu irmão sai. Vou atrás dele quando ele entra no quarto.
— Você está bem?
Pergunto para ele.
— Já estou acostumado com essa merda todo dia
Dou um abraço nele.
— Você não é um qualquer.
— Eu sei, te amo.
— Também te amo.
Capítulo sete
Vejo que meu irmão está falando com alguém pelo celular, tento ouvir a conversa e acabo ouvindo algo.
— Beleza então, próxima racha vai ser as 20:00 no Park Avenue.
Preciso falar com Sarah e dizer que descobri quando e onde vai ser a próxima racha, ligo para ela e combino tudo.
Já são 19:50, estou esperando Sarah na porta de casa, estou vestindo uma mini saia preta de couro, um cropped preto de manga longa e uma jaqueta de couro. Sarah acabou de chegar. Ela está usando um vestido preto e uma jaqueta de couro branca. Assim que ela me vê, acena.
— Oie, nossa, que gata!
Rio.
— Obrigada, você também está incrível.
Estamos a caminho da racha, eu nem acredito que estou indo em uma, elas são muito importantes para meu irmão, e o que é importante pra ele, também é importante para mim.— Depois de amanhã é seu aniversário - diz Sarah, animada.
Eu e JJ combinamos de fazer o de sempre, todo ano nós saímos e vamos a todos os lugares que amamos, eu amo sair com ele, meu irmão é a pessoa que eu mais amo no mundo. Estou pensando que vou encontrar Damon lá, Damon é amigo do meu irmão há anos e eu sempre fui apaixonado nele mas ele nunca me deu bola, até que foi para os EUA, ele sempre me considerou como uma irmã, e para o JJ isso é muito bom, ele não gosta nem de pensar no Damon perto de mim nesse sentido.
Capítulo oito
Nós já chegamos, tem carros, pessoas se agarrando, bebida, drogas ilícitas para todo lado. Andamos até que chegamos na corrida onde uma ferrari vermelha está correndo junto com uma ferrari verde, a vermelha ganha e Damon e meu irmão saem de dentro dela, eu vou para trás para eles não me verem, até que um cara chega atrás de mim.
— Olha, uma nova gata aqui. Nunca te vi em nenhuma racha, senão com certeza teria me lembrado de você.
Ele diz isso se aproximando e passando a mão por minha cintura, só que Damon e JJ aparecem e Damon dá um murro na cara.
— Não toque nela, seu canalha.
— Tinha que ser dessa gente, princesa - o cara diz isso olhando para mim.
JJ entra no meio.
— Não chame minha irmã de princesa, seu filho da puta.Nós saímos do local. JJ vai atrás de Sarah e Damon me prende contra a parede, furioso.— Você ficou louca de vir aqui, sabe o que poderia ter acontecido se eu não chegasse?
Rio.
— Agora você se importa? Não se importou quando foi embora sem se despedir de mim - digo isso com os olhos lacrimejando.
Damon suspira
— Não muda de assunto, Ana. Que merda você e minha irmã têm na cabeça? A gente já disse para vocês que esse lugar não é lugar para menininhas.
— Vai a merda, Damon.
Empurro ele e vou em direção a saída. Minutos depois já estou em casa.
Quando chego em casa, JJ me puxa para conversar.
— Ficou maluca, Ana? Eu já disse que racha não é lugar para gente da sua idade.
— Eu já entendi.
Começo a chorar. jj vem e me abraça para poder me confortar.
— Por que não me contou que ele tinha voltado?
— Desculpa, só não queria que você ficasse mal.Ficamos um tempo assim, e depois JJ me deixa em meu quarto.
Capítulo nove
Acordei já faz um tempo, provavelmente Damon vai vir aqui hoje, e a volta dele me abalou um pouco. Fico pensando nisso até que meu irmão aparece.
— Bom dia! Diz ele.
— Bom dia!
— Amanhã é seu aniversário, já planejei todos os lugares que vamos. Fico animada e até esqueço tudo com isso, eu amo meu aniversário, principalmente quando comemoro com meu irmão.
A campainha toca, e Damon entra pela porta sorridente. Ele vem e me abraça.
— Tenho uma surpresa para você
Ele me entrega uma caixa, eu abro e tem um filhote de cachorro dentro dela, fico muito feliz com o presente, sempre quis ter um animalzinho.
— Desculpa - diz ele.
Aceito suas desculpas e sorrio
— Isso é um Doberman?
JJ pergunta:— Sim, é para proteger ela.
— Eu amei, vai se chamar Killer, já que é para me proteger.
Dou um abraço em Damon e vou brincar com Killer. Quando volto, ouço eles falando de uma corrida de hoje, e como não obedeço às regras do meu irmão, decidi que vou escondida. Quero muito ver meu irmão correr.
Capítulo dez
É 22:00. Daqui a pouco começa a corrida. Estou indo em direção ao local até que ouço meu irmão.
— Eu e Damon não vamos correr hoje.
Fico um pouco triste com isso, mas vai ter outras corridas, então decido ficar mesmo assim.
Estou há um tempo vendo as corridas até que chega aquele cara.
— Você, de novo princesa? Não aprendeu a lição, não.
Meu irmão e Damon aparece.
— Já disse pra largar ela - diz Damon.
— E se eu não quiser? - responde o cara.
Dá para ver a fúria nos olhos de Damon e do meu irmão.
— Sugiro uma corrida. Se vocês ganharem, não mexo mais com ela.
— Fechado
Eles já estão prontos para correr, não sei se isso é uma boa ideia, além de terem fumado drogas ilícitas, amanhã é meu aniversário e queria todo mundo bem, mas já é tarde demais, a corrida começou, meu irmão e Damon estão ganhando por enquanto.
DAMON
— Essa vai ser fácil de ganhar.
JJ ri.
— Com certeza, e esse babaca nunca mais vai ousar tocar na minha irmã.
— Se depender de mim, não vai tocar mesmo.
O cara começa a trapacear e bater no carro deles.
— PARE DE TRAPACEAR, SEU MERDINHA! Grito pela janela do carro enquanto eu e JJ rimos.
Tento me concentrar até que perco o controle e o carro capota, quando ouço barulho de pescoço quebrando.
— JJ...
Perco a consciência.
ANA
Estava tudo indo bem até que o carro onde meu irmão e Damon estavam capotou. Saí correndo, chorando desesperada.
— JJ!
Me ajoelho onde está o carro e começo a gritar
— JJ, JJ, JJ!
Uma pessoa me puxa e diz:
— Não fica perto, menina.
— Meu irmão está lá dentro! - grito desesperada, chorando.
A ambulância chega. Eles vêm até mim.
— Sinto muito, seu irmão quebrou o pescoço e não resistiu.
Começo a chorar. A pessoa que eu mais amo no mundo acabou de morrer.
Ele morreu às 00:03. Às 00:03 já é meu aniversário.
Capítulo onze
Uma semana depois...
Já faz uma semana que JJ morreu. Desde então, não faz sentido na minha cabeça. Não consigo acreditar que a pessoa que mais amei nesse mundo morreu.
— Vamos!
Diz minha mãe.
Depois da morte de meu irmão, meus pais decidiram que seria melhor sairmos do país, vamos para o México. Damon está em coma, os médicos não sabem quando ele irá acordar, mas espero que logo, não vou aguentar perder mais uma pessoa importante para mim. Já estamos no aeroporto, espero que tudo possa dar certo nesse período fora.















Ao pé do trono, ao lado do coração
Fanfictions nos anos finais do Ensino Fundamental







Assista a um pequeno trailer da fanfic

Juramentada a proteger a princesa Aemma, a jovem cavaleira Anne Telstead passa a viver entre dever, silêncio e lealdade absoluta. À medida que a convivência no castelo se transforma em cumplicidade, nasce entre as duas um sentimento proibido, marcado por gestos contidos, escolhas impossíveis e desejos que jamais poderiam ser assumidos. Presa às obrigações do trono e a um destino imposto desde o nascimento, Aemma precisa renunciar ao que ama, enquanto Anne aprende que nem toda promessa é feita para ser cumprida sem dor. Uma narrativa sobre sentimentos contidos, lealdade silenciosa e a maturidade que nasce quando o amor precisa existir apenas na memória.


Sinopse
Ao pé do trono, ao lado do coração
"Se você está esperando um romance, feche isso agora.Isso não terá um final feliz"
Os corredores do castelo estavam silenciosos, dava para ouvir o farfalhar do vestido enquanto a princesa se aproximava do saguão. Em uma fileira havia cerca de 10 cavalheiros com suas armaduras. A princesa Aemma conhecida por sua bondade tinha uma expressão séria beirando a irritação, seus longos cabelos brancos estavam soltos, usava um vestido típico da realeza. Ela caminha na frente dos cavalheiros. Para na frente de uma jovem alta, o cabelo cortado de uma forma mais masculina a armadura da casa Hightower, era Violet Hightower, a princesa a encarou por alguns segundos e fez o mesmo com os poucos cavaleiros que ela não ignorou por completo.
Ela continuou andando até parar em frente a outra cavaleira, seu cabelo e olhos eram castanho escuro, com uma pele bronzeada e roupas simples.
— Qual seu nome? - Ela olha para mim de cima à baixo.
— Anne Telstead - Olho nos olhos da princesa.
— Nunca ouvi falar sobre essa casa. De onde você é?
— Eu moro em uma cidade dos Stark - Ajeito minha postura.
— Você parece muito nova, quantos anos tem?
— 19 anos, princesa.
— Essa pergunta aumentou ainda mais meu nervosismo, o fato de eu ser apenas um ano mais velha a incomodava?
A princesa se virou para os outros cavalheiros e com um aceno de mão ela dipensou todos, que logo obedeceram e saíram.
— Você sabe os juramentos?
— Eh...não
— Você jura proteger a princesa e APENAS a princesa? Jura castidade e lealdade ? Nunca abandonar o seu posto pois sua vigia nunca acabará, você faz os juramentos?
Eu mantive o olhar mesmo com o nervosismo, eu podia jurar que minhas mãos estavam suando.
— Eu juro castidade, juro servir a princesa e juro a cima de tudo ser leal.
A princesa sorriu. A satisfação dela acalmou os meus nervos. Três meses se passaram, nesse meio tempo me fizeram uma armadura sobre medida, era um aço que eu nunca havia visto na vida. Eu não passei muito tempo com a princesa, tive a impressão que ela "fugia" de mim sempre que tinha oportunidade, enquanto eu procurava ela eu descobria várias áreas do castelo (o que acontecia muito) confesso que a biblioteca era encantadora, poderia chutar que havia milhares de livros.
Com o tempo a princesa parou de fugir, ela me contou que muitos daqueles livros eram histórias de seus antepassados. A princesa me levou para conhecer lugares fora do castelo, lugares que ia pra fugir ou se divertir, sinto que a partir daí ficamos mais próximas do que nunca.
— Sir Telstead!
A princesa adentrou o meu quarto brutalmente, fazendo eu me virar assustada.
— Pelos deuses! O que aconteceu?
Quando a princesa se aproximou eu notei que ela não usava vestido como de costume, ela usava roupas masculinas e seu cabelo estava preso em uma trança.
— Há um lugar que eu ainda não lhe mostrei.
Quando chegamos no local eu me deparei com dragão ENORME. Suas escamas eram azuis, eu nunca tinha visto um dragão antes mas eu não poderia dizer o mesmo da princesa sorria e passava a mão no dragão. Quando me dei conta nós estávamos metros do chão. Sem nem pensar duas vezes me agarrei a princesa como se minha vida dependesse daquilo.
— Isso não é maravilhoso?! A liberdade de estar aqui em cima.
Ela me olha por cima do ombro mas eu era incapaz de responder alguma coisa. Isso se tornou recorrente, a gente visitou diversos lugares, mais tarde a Aemma me contou que o nome do dragão era Arax, e que ela o tem desde bebê. Nós compartilhamos histórias e aventuras que vivemos, fomos a tavernas e quanto mais o tempo passava mais próxima eu me sentia dela, ela me contou que eu era a primeira amiga dela, mas as vezes ela agia como se quisesse algo a mais, as indiretas ficaram mais recorrentes, tinha vezes que ela chegava tão perto que eu poderia jurar que ela iria me beijar, poderia ser algo da minha cabeça.
O tempo se passou, eu percebi que ela estava me evitando de novo até que ela me chamou para ir para floresta, um lugar que gostava muito. Quando chegamos lá ficamos cerca de uma hora jogando conversa fora, ela me contou mais sobre a vida dela, eu me senti confortável pra contar sobre a minha. Foi quando eu reparei que ela me olhava de um jeito "diferente" ela estava mesmo prestando atenção no que eu estava falando? Ela se inclinou em minha direção e quando eu menos esperava ela me beijou. Confesso que fiquei sem palavras ela ficou ali, olhando para mim, sem dizer nada, sem se explicar ela apenas...Sorriu.- O que foi? Foi só um beijo.
Ela estava muito tranquila, quase surreal. Eu não tive reação. As palavras simplesmente não saíam.
— O que foi? Você não gostou?
Ela fez cara de cachorrinho sem dono.
— Eu gostei.
Foi a única coisa que eu consegui falar ou apenas tentei falar. Nós apenas voltamos pro castelo, o caminho todo a Aemma ficou jogando indiretas e falando o quanto eu fiquei vermelha. Tenho vergonha de admitir mas a cena aconteceu mais vezes, e eu gostei de todas elas. O dia no castelo acordou barulhento, tinha pessoas indo para todos os lados parecia que elas tinham mais trabalho pra fazer do que o normal. Eu me arrumei como sempre e fui esperar na porta do quarto de Aemma as vezes ela demorava por conta do vestido. Quando a Aemma saiu do quarto ela estava diferente de todas as vezes que eu tinha visto ela, a Aemma usava um vestido mais elegante do que o comum, seu cabelo estava preso em um penteado elaborado, ela corou quando me viu e começou a andar pelo corredor.
— Eu não sabia que eles iriam chegar hoje, eu juro que se soubesse eu teria te contado antes, eu queria ter mais tempo.
Ela gaguejou, parecia nervosa.
— Eu tenho obrigações...deveres, como princesa. Eu não escolhi isso, eu não pude escolher.
— Eu continuei calada, tentando entender onde ela queria chegar.
— Pessoas importantes estão aqui, meus familiares...meu noivo.
Quando ela disse isso meu corpo gelou.
— Você tem um noivo!?
Eu estava surpresa, muito surpresa.
— O meu pai.
Ela começou.
— Ele me prometeu para esse garoto quando eu nasci.
Enquanto ela falava, nós chegamos a uma grande sala, um garoto de cabelos platinados e olhos roxos como os de Aemma, ela já havia me contado que havia mais pessoas como a família dela, membros da antiga Valyria. Ele aparentava ser um pouco mais velho e estava sentado no sofá. Ele se levantou assim que nos avistou.
— Aemma, quanto tempo?
Ele se aproximou de Aemma e beijou a mão dela, eu ainda estava chocada.
— Príncipe Daeron, é uma honra.
O príncipe a interrompeu rapidamente.
— Creio que não há necessidade de tamanha formalidade, nos conhecemos a tantos anos, não é?
Ele sorriu e soltou a mão dela. Pelo resto do dia eu tive que acompanhá-los pelo castelo, eles conversavam bastante sobre o que aconteceu nesses "dois anos" que não haviam se visto, A princesa estava quieta, não respondia as coisas totalmente e parecia distante. À noite, eu tentei distrair minha cabeça. Tomei um banho e estava prestes a me deitar quando ouvi uma batida na porta, eu me direcionei para abrir a porta, porém a pessoa abriu antes, era Aemma. Ela usava seus trajes de dormir e entrou no quarto em silencio.
— Como você tá ?
Ela ficou de costas para mim.
— Bem, eu acho?
Ela se virou e fechou o espaço entre nós, os olhos dela estavam marejados.
— Você está brava comigo? Eu...por favor não fique brava comigo.
Ela me abraçou com força.
— Você é tudo que eu tenho, eu amo você... por favor, não me abandone.
Meus olhos também se encheram de lágrimas e eu a abracei com toda a minha força.
— Aemma eu..
Eu não conseguia falar nada
— Você me ama?
Ela me olhou nos olhos.
— Claro que eu amo você.
A Aemma colocou as mãos no meu rosto e me beijou mais uma vez.
— Eu amo você, docinho! Amo muito.
Ela ficou abraçada comigo por alguns segundos, naquela noite ela dormiu no meu quarto (ela se recusou a sair). O Daeron ficou por três dias, pelo que a Aemma me contou, ele tinha vindo porque a mãe dele precisava falar com o rei, sobre os preparativos. Então ele veio junto. Ela só nao esperava que seria tão cedo. Nos voltamos pra nossa rotina, saindo com Arax, indo a tavernas, conversando e as vezes só em silêncio apreciando a companhia da outra, era o mais perfeito que poderia ser até que o dia chegou.
O castelo estava todo decorado, havia pessoas de todos os lugares do mundo, grandes banquetes e muita música. Aemma estava deslumbrante, ela usava um vestido branco com detalhes em azul e seu cabelo estava totalmente solto. Eu a observava de longe, era uma despedida sem palavras. Nós duas sabíamos que não seria mesma coisa, os olhos dela vagavam pelo salão, não sabia se ela estava me procurando. Alguns dias depois, enquanto ela andava pelo castelo e eu cumpria meu posto como sua guarda juramentada, eu podia ver aquele mesmo olhar, aquele que ela me deu antes do nosso primeiro beijo. Eu pensei que tudo tinha acabado ali, até que no meio de uma noite qualquer, ela foi até meu quarto com os olhos cheios de lágrimas.
—Eu tentei, eu me esforcei para ficar longe de você, para cumprir o papel que os deuses me deram, mas não importa onde eu estou, eu sempre procuro por você. Eu sinto sua falta todos os dias, mesmo você estando a poucos metros de mim, será que é pedir muito uma despedida?
Aquela foi nossa última noite juntas.
Esse é o fim da história, não tem final feliz. Isso não é um conto de fadas.
Essa é minha história.
Ass: Anne Tesltead.












Garota do século 20: entre memórias e silêncios
Fanfictions nos anos finais do Ensino Fundamental





Sinopse
Entre o presente e as lembranças do fim dos anos 1990, Bora revisita um amor marcado por silêncios, desencontros e escolhas adiadas. Ao relembrar a juventude, a amizade intensa e o sentimento que nasceu de forma inesperada, ela confronta as consequências da falta de comunicação e do medo de ferir quem ama. Anos depois, a distância, a ausência e a saudade revelam que algumas histórias permanecem inacabadas, aguardando coragem para serem retomadas. Uma narrativa sensível sobre memória, amadurecimento e a persistência do amor diante do tempo e do silêncio.
Assista a um pequeno trailer da fanfic


Garota do século 20: entre memórias e silêncios
Garota do Século 20: entre memórias e silêncios nos leva para dois momentos, o primeiro em 2022, com a protagonista em sua versão adulta e uma carreira estável em Seul. Até que uma encomenda chega até a casa de seus pais em sua cidade natal e interrompe a sua rotina, trazendo memórias do último ano da década de 90. Relembrando como conheceu seu marido em 1999. Sua melhor amiga estava apaixonada por um menino que conheceu por acaso na loja de sua mãe. Para estimulá-la a seguir com o tratamento no exterior, Bora propõe reunir informações sobre o rapaz em questão, Baek Hyunjin, para que a amiga saiba tudo sobre ele quando retornar. No meio do processo, ela conhece Poong Woonho, melhor amigo de Hyunjin, de quem se aproxima quando ambos são aceitos no Clube de Rádio. Woonho concede informações para Bora sobre o amigo e ela as envia para Yeon Du por e-mail. Porém, essas interações constantes entre Bora e o amor de sua amiga fazem com que ele se apaixone por ela, acreditando que o sentimento é recíproco, o que coloca a jovem em uma saia justa maior ainda.
Mas nada de roubar a paixão da melhor amiga aqui, na verdade quem roubou o coração dela foi aquele que estava silenciosamente sempre ao seu lado, Woonho. Como esperado, ainda assim a situação torna-se complicada quando Yeon Du retorna e Bora é incapaz de ser totalmente sincera com ela. Provando que a falta de comunicação é um dos maiores inimigos de qualquer relação, Bora deixa caminho livre para Yeon Du se aproximar do seu amor, ao mesmo tempo que sofre com a decisão e também faz com que Woonho sinta o mesmo. Os momentos felizes que a dupla compartilha durante metade do filme é interrompido por conflitos e sentimentos confusos, a situação piora quando ele revela que irá voltar para a Nova Zelândia para morar com a mãe e o irmão.
Em meio a essa descoberta, Bora ainda precisa lidar com a reação de Yeon Du ao descobrir toda a verdade. Apesar de uma breve discussão, a amizade prevalece e a amiga é a responsável por ajudar com que a personagem de Kim Yoojung não deixe seu grande amor partir sem um adeus adequado. O último encontro do casal é emocionante, e pela primeira vez, Bora consegue ser totalmente sincera. Mas esse ainda não seria o fim para eles, Woonho promete voltar e o contato entre eles foi mantido. Ambos mantinham a esperança de um reencontro, até que um dia ele sumiu sem explicações. Porém o sumiço dele causa uma ansiedade e preocupação muito grande.
Na verdade, ele estava começando seu próprio negócio na Nova Zelândia, uma linda exposição de fotos com várias memórias felizes deles. Ela tenta manter a calma, mas a ausência de Woonho pesa sobre ela, tornando cada dia uma luta para lidar com o vazio que deixou. A amizade com Yeon Du se fortalece ainda mais, e sua amiga a apoia durante esse período difícil, oferecendo conforto e encorajamento. Um dia, Bora decide que precisa encontrar respostas e vai até a Nova Zelândia para procurar por Woonho. Sua busca não é fácil, mas a determinação e o desejo de resolver as questões pendentes a impulsionam. Finalmente, ela descobre que Woonho estava envolvido em um projeto especial que havia mantido em segredo: uma exposição de fotos com memórias dos momentos que passaram juntos.
A exposição é realizada em uma galeria local, e Bora, ao chegar, se depara com um espaço repleto de imagens que capturam a essência dos momentos mais significativos de seu relacionamento com Woonho. Cada foto é acompanhada de pequenas anotações e recordações, retratando a jornada emocional e as experiências compartilhadas. No meio da galeria, Bora encontra Woonho, que está organizando os últimos detalhes da exposição. O encontro é cheio de emoções. Woonho, ao ver Bora, se aproxima com um sorriso nervoso e lágrimas nos olhos. Ele explica que seu sumiço foi devido à preparação da exposição, que era uma forma de expressar seu amor e gratidão por ela. Ele queria criar algo que pudesse celebrar o que tinham juntos, mesmo que a distância física fosse necessária para refletir sobre seus sentimentos.
Bora, emocionada e aliviada, entende o sacrifício e o carinho por trás da ação de Woonho. Ela vê as imagens e as palavras que ele escolheu, e isso a faz sentir que, mesmo com a distância e os desafios, o amor deles sempre foi genuíno e profundo. Woonho confessa que nunca deixou de amá-la e que o projeto foi uma forma de provar isso a ela, mesmo quando ele não pôde estar presente fisicamente. O reencontro é marcado por um diálogo sincero e profundo. Ambos externam suas dúvidas e sentimentos e, finalmente, conseguem se reconciliar. Woonho revela que estava planejando pedir a Bora para ficar na Nova Zelândia com ele, mas queria esperar até que tudo estivesse perfeito. Ao ver a reação positiva de Bora, ele pergunta se ela aceitaria construir uma nova vida juntos naquele lugar.
O final do filme mostra um novo começo para o casal. Bora e Woonho, agora mais fortes e maduros, decidem iniciar uma nova etapa de suas vidas juntos na Nova Zelândia. A exposição de fotos é reaberta para o público com um evento especial, celebrando o amor e a amizade que resistiram às provas do tempo e da distância. Yeon Du, que ficou feliz ao ver sua amiga encontrar a felicidade, a visita e a apoia na nova fase de sua vida. O filme termina com uma cena tocante de Bora e Woonho olhando para o horizonte, mãos dadas, simbolizando um futuro promissor e cheio de esperança.
A mensagem final de Garota do Século 20: entre memórias e silêncios é sobre a importância da comunicação, da honestidade e da perseverança em relacionamentos e amizades. Mostra que, apesar das dificuldades e desafios, o amor verdadeiro sempre encontra um caminho para superar obstáculos e se renovar.















Grey's anatomy: a segunda chance


Fanfictions nos anos finais do Ensino Fundamental
Sinopse
Em um dia comum de trabalho, Derek Shepherd tem sua rotina interrompida por um acidente que o coloca entre a vida e a morte. Um erro médico quase fatal, a insistência corajosa de uma interna e a chegada de Meredith Grey ao hospital mudam o rumo da história que, originalmente, terminaria em tragédia. Ao sobreviver, Derek desperta para um novo sentido de existência, marcado pela fragilidade do corpo, pela força dos laços familiares e pela notícia de uma nova vida a caminho. Entre a recuperação, o reencontro com o hospital e a reconstrução da rotina ao lado de Meredith e dos filhos, ele compreende que viver é também aprender a desacelerar e a valorizar o que antes parecia garantido. Uma história sensível sobre sobrevivência, amadurecimento e a possibilidade de recomeçar quando o amor insiste em vencer o tempo, o medo e a perda.
Assista a um pequeno trailer da fanfic

Grey's anatomy: a segunda chance
CONTEXTO
No episódio 21 da temporada 11 da série, o personagem Derek Shepherd vem a falecer em um acidente de carro, mas e se esse episódio tivesse outro final?
Em um dia, o telefone do neurocirurgião Derek Shepherd toca para mais um dia de trabalho. Sua esposa, Meredith Grey, já estava no hospital. Na noite anterior, ela estava de plantão, que ia continuar durante o dia. Derek ia sozinho desta vez, preocupado com a paciente, saiu às pressas, ele tinha mania de sair correndo no carro, porém este dia foi diferente. Ele decidiu ir por um caminho diferente dessa vez, um caminho mais vazio, na beira dessa estrada, ele se depara com um acidente, uma jovem capotou o carro. Ele, preocupado com a situação, para o carro e desce para ajudar a garota, ele a acalma e tenta entender o que aconteceu, ela explica e ele dá os primeiros socorros. Após acalmá-la, ele vai em direção ao carro parado no meio da rodovia, para pegar o celular e ligar para o socorro, porém assim que Derek entra no carro, ele ouve um som de buzina de caminhão, não dá tempo de pensar em nada, ele olha para trás e quando percebe, o caminhão já o atingiu.
Consigo ver duas ambulâncias, possivelmente uma para mim e uma para a jovem, ela está em uma situação pior, será levada para o Gre´s sloam, eu serei levado para outro hospital. Apago completamente, quando acordo me deparo com médicos em cima de mim, balbucio falando que queria ver Meredith, perguntava se já tinha ligado para ela, mas ninguém me respondia. Fui levado para a sala de cirurgia, fizeram uma bateria de exames em mim, sou cirurgião, sei perfeitamente o que tenho, estou sentindo uma pressão fortíssima na cabeça, estou com algum tipo de hemorragia interna, preciso de um raio-x. Enquanto eu ainda pensava em tudo, preocupado, apago novamente, quando acordo, sinto somente a pressão na cabeça aumentando, não consigo falar, mas tento gesticular o que preciso, levava a mão à cabeça, depois apontava para o raio-x, e nada, até que ouço uma interna falando para o médico responsável:
— Ele precisa de uma tomografia!
Ele a ignora, e a interna fala mais alto e forte:
— ELE PRECISA DE UMA TOMOGRAFIA!
Mesmo com medo de perder o emprego, ela bate de frente com seu superior, que se assusta com a maneira que ela falou, porém ele dá ouvidos a ela e me leva para fazer o exame, respiro aliviado, ouço então, do lado de fora da sala, a voz de Meredith, que logo se intromete quando vê os resultados, dou um sorriso de canto de boca ‘essa aprendeu certinho comigo’. Sou anestesiado e levado às pressas para a cirurgia, se eles tivessem demorado mais 5 minutos, não garanto que estaria narrando essa história.
Derek acorda da cirurgia e se depara com os seus dois filhos, Zola e Bailley, que vão correndo em sua direção, gritando ‘papai, que bom que o senhor acordou’. Eles pulam na cama e o abraçam, alguns de seus amigos também estão no quarto, felizes e comemorando que ele acordou. Derek corre o olho na sala toda e pergunta: ‘onde está Meredt?’, antes mesmo que ele termine a frase, ela surge na porta, com uma caixinha nas mãos, ela a entrega, ele rapidamente abre a caixa, dentro ele encontra um par de sapatinhos de neném e um teste de gravidez positivo, quando ele volta o seu olhar para Meredt, ela fala ‘Parabéns, você vai ser papai de novo!!’
Naquele momento, meu coração parou. Não tenha medo. Não de dor. Mas de alegria. Uma alegria estranha, que veio misturada com alívio e lágrimas. Eu quase morri… quase perdi tudo isso. E agora ali estava ela, minha Meredith, com os olhos marejados e um sorriso tímido, tentando disfarçar o medo que passou nas últimas horas.Eu olho para ela, depois olho para o teste em minhas mãos. Sapatinhos de bebê. Um novo começo.
— Isso não é um sonho?
Pergunto fraco, quase sussurrando.
Ela apenas balança a cabeça em silêncio, se aproxima e segura minha mão. Sinto o calor dos dedos dela, firmes como sempre. Eu sorrio. Ela deita a cabeça no meu ombro. E, pela primeira vez em horas, eu respiro em paz.
Os dias seguintes foram de recuperação lenta. Derek ficou em observação, cercado por amigos e pela família. Os médicos disseram que ele teve muita sorte — ou talvez fosse só destino. Meredith ficou ao seu lado o tempo todo, dormindo em uma poltrona dura, recusando-se a ir para casa.Enquanto isso, o hospital inteiro parecia respirar aliviado. A notícia de que Derek Shepherd sobreviveu se espalhou. Internos cochichavam nos corredores, médicos paravam para visitar o quarto, e até Richard Webber apareceu com flores improvisadas e um comentário bem-humorado:
— Achei que você ia nos dar outro susto daqueles…
— Cristina ligou. Não parava de chorar do outro lado da linha.
— Você é um idiota!
Ela dizia, entre risos e soluços. Mas fico feliz que ainda esteja vivo. Na semana seguinte, Derek foi liberado para voltar para casa. Ainda frágil, com pontos e limitações, mas vivo. Meredith preparou o quarto de hóspedes com cuidado, Zola pintou um desenho para colar na parede, Bailey encheu o travesseiro do pai de brinquedos e livros.Voltar para casa foi como voltar para a vida. Tudo parecia mais leve, mais lento. O som do riso das crianças, o cheiro do café de Meredith, o barulho da chuva nas janelas. Coisas que antes eu nem notava, agora pareciam mágicas.À noite, Meredith sentou ao meu lado e segurou minha mão.
— Eu quase te perdi.
Ela disse:
— Mas você me salvou.
Respondi, apertando sua mão de volta.
Ela sorriu, com aquele olhar de quem ainda tinha mil perguntas, mil medos, mas também uma certeza: estávamos juntos. E isso bastava. Olhei para o céu pela janela e agradeci em silêncio. Não só por ter sobrevivido, mas por ter mais uma chance. Por ter uma família. Por poder amar e ser amado. Porque, às vezes, mesmo depois da pior tempestade… o sol volta a brilhar.
Os dias iam passando devagar. Acordava com o cheiro de panquecas no ar e o som do riso abafado das crianças brincando no corredor. Meu corpo ainda doía. Minha cabeça, principalmente. Mas meu coração estava leve. Meredith me tratava como se eu fosse feito de vidro, e, para falar a verdade, eu estava um pouco. Eu, o "McDreamy", o neurocirurgião confiante, agora me pegava hesitando até para subir uma escada. Uma noite, eu estava no sofá, observando Meredith adormecer com os arquivos no colo. Ela estava exausta. Ainda grávida e ainda salvando vidas. E mesmo assim, ela me cuidava como se eu fosse o único paciente do hospital. Eu queria dizer tanta coisa. Mas apenas toquei seu rosto com delicadeza e deixei que ela dormisse. Pela primeira vez em muito tempo, era minha vez de protegê-la.
Enquanto isso, no Grey Sloan, os corredores estavam diferentes. O nome de Derek é sussurrado por internos como uma lenda viva. A história da jovem interna que insistiu na tomografia, Jo, virou exemplo entre os residentes. Richard Webber, olhando pela janela da sala de cirurgia, comentou com Bailey:
— Sabe… às vezes, a medicina é feita de milagres. Outras vezes, é feita de coragem. Mas naquele dia, foi feita das duas coisas.No quarto do casal Grey-Shepherd, Meredith lia um ultrassom. A gravidez seguia bem. Derek estava aos poucos retomando sua força. Começou com pequenas caminhadas no quintal, depois uma visita rápida ao hospital para “dar um oi”.
Foi nesse dia que ele entrou discretamente na ala de neurocirurgia. Ninguém o esperava. Até que Alex Karev o viu de longe e soltou:
— Olha só quem voltou do além…
Derek riu, cansado, mas genuinamente feliz. Ele olhou para os internos ali presentes, todos curiosos, alguns nervosos.
— Eu não voltei para operar.
Disse ele.
— Ainda não. Mas voltei para ensinar.
Ficar longe da sala de cirurgia é como pedir para um pássaro esquecer que tem asas. Mas, nesse momento, ser útil era mais do que segurar um bisturi. Era compartilhar o que vivi. Era dizer a eles que um erro de cinco minutos pode ser a diferença entre a vida e a morte. Era ensinar que ouvir uma interna pode salvar uma vida. Enquanto mostrava a eles os exames de um paciente, senti Meredith me observando pela porta. Ela sorriu, com os olhos brilhando. E naquele sorriso, eu vi tudo: confiança, amor e o futuro que estávamos reconstruindo.
Ao fim do dia, Derek e Meredith estavam sentados na calçada da casa, olhando as crianças brincarem. Ela encostou a cabeça no ombro dele, ele passou o braço ao redor dela.
— Ainda quer mais filhos?
Ela brincou.
— Depois desse susto, quero tudo. Mais filhos, mais dias como esse, mais segundas chances.
Meredith riu.
— Só se você prometer não ser atropelado de novo.Derek olhou para o céu, a mão sobre a barriga dela, agora já levemente arredondada.
— Prometo. Por você. Por eles. Por mim.














Donzela 2.0
Fanfictions nos anos finais do Ensino Fundamental

Sinopse
Em um reino assolado pela fome e pela miséria, a princesa Ellodie aceita um casamento arranjado como única forma de salvar seu povo, sem imaginar que está sendo conduzida a um ritual cruel e ancestral. Traída pela família real de Aurea, ela é lançada, junto ao príncipe Henry, na Montanha do Dragão, onde descobre que o sacrifício de mulheres sustenta uma maldição marcada por vingança, poder e mentira. Diante do medo, da revelação de traições e da proximidade da morte, Ellodie deixa de ser apenas uma donzela destinada ao sacrifício e assume o controle do próprio destino. Uma ficção sobre coragem, ruptura de papéis impostos e amadurecimento, em que a sobrevivência nasce da recusa em aceitar o destino escrito por outros.
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Donzela 2.0
CAPÍTULO 1
Era um dia frio de neve no reino de Inophe, e Ellodie estava cortando lenha para esquentar o seu povo. O reino estava em crise e já não tinham nem mais o que comer, mas a princesa, seu pai, o Rei, e sua irmã estavam fazendo de tudo para melhorar a situação de seu povo. Até que o Rei recebe uma proposta de casamento para a filha mais velha no reino de Aurea com o príncipe herdeiro Henry. A caminho do reino de Aurea, chegaram a uma entrada coberta por neblina e nas laterais de um enorme muro de pedras havia dois dragões, um em cada lado, esculpidos também em pedra que emergiam fogo de suas bocas.
CAPÍTULO 2
A princesa e o principe se conhecem, Ellodie nao gostou da ideia de um casamento arranjado, mas era era o unico jeito de salvar seu povo. Mas ela não sabia que aquilo tudo era uma armação, na noite do outro dia; já no reino de Aurea, o príncipe chamou-a para um ritual, que a família de Aurea fazia ao receber um novo membro na família. Esse ritual era no topo mais alto da montanha, os dois chegaram ao topo, grandes tochas acendidas com fogo azul iluminavam o local e eram pendidas por todo o caminho, várias pessoas com longas roupas pretas e máscaras estavam presentes ali. Um grande cálice de ouro se encontrava logo à frente.
Havia um altar no final de uma ponte de madeira à beira de um precipício, onde estava a rainha. Ela deu as boas-vindas, e lá começou o ritual.
A rainha disse:
— Para que você, princesa Ellodie de Inophe, se torne uma das mulheres de Aurea, deverá dar o seu próprio sangue. A Rainha estendeu uma adaga.
Ellodie suspeitava de tudo aquilo, hesitou em pegar a adaga, mas o fez.
Cortou sua própria mão e deixou seu sangue escorrer no cálice à frente. O príncipe com o semblante triste disse:
— O ritual acabou. Deixe que eu te leve em meu colo, minha princesa!
Ellodie concordou, mas não achava que precisava de tudo aquilo, mas o príncipe insistiu.
Ele a pegou no colo, ela sentindo os batimentos em seu peito; aconchegou-se em seus braços e fechou seus olhos, sentindo- se protegida. Até que...
A rainha grita:
— O que está esperando, seu idiota?? JOGUE - A!!!!
Henry não queria fazer tal coisa, já estava cansado de obedecer às ordens de sua mãe. Ele relutante diz:
— Mãe, estou cansado de tudo isso! Não vê o que está fazendo?? É cruel!
A rainha irritada disse:
— E o que deve ser feito, Henry, ela ou nós!!
— Não! Terá que me jogar junto, então!
— Pois bem, meu filho, foi você quem pediu!
Joguem-nos para o Deus Dragão!!!
Vários dos homens mascarados encurralaram Henry e Ellodie. Henry a desceu de seu colo, colocou-a para trás de si, e empunhou sua espada. Não adiantou de nada, eram muitos homens, os dois foram amarrados juntos em uma corda e foram jogados na grande vala fria e escura da “Montanha do Dragão”.
Os dois caíram por um bom tempo, não conseguiam ver nada, Ellodie gritava de dor, pois quando caía batia seu corpo nas pedras e cipós que ali tinham.
Ellodie abriu os olhos, estava escuro e frio, ela não ouvia nada, chamou pelo nome de Henry várias e várias vezes, mas ninguém respondia. Será que ela estava sozinha? Será que... Henry tinha morrido? Não, ele não morreu, e não, eles não estavam sozinhos.
CAPÍTULO 3
Assim que Ellodie avistou Henry, deu um grande sorriso, mas essa felicidade durou pouco, quando logo avistou o enorme dragão. Ele era enorme, seu corpo era coberto por escamas douradas e suas asas eram como as de grandes morcegos. Ele era todo preto com detalhes em dourado por todo o corpo, ele jogava fogo por todos os arredores.Eles correram em direção ao túnel mais próximo e se esconderam, o vestido de Ellodie se prendeu em um galho, o Dragão chegava cada vez mais perto, na mesma hora que ele abriu a boca para abocanhar Ellodie, o príncipe a puxou para dentro do túnel.
— Foi por pouco, você está bem?
Perguntou Henry.
— Sim! E você?
Perguntou Ellodie.
Henry assentiu que sim. Eles continuaram andando e passaram por vários desafios na caverna, quando... O Dragão avançou novamente, eles correram como se não houvesse amanha, chegaram a uma parte aberta da caverna e avistaram três grandes ovos quebrados em um ninho, e ao redor vários ossos humanos, além disso várias espadas, escudos e armaduras de ferro de soldados do reino Aurea.
Henry ficou chocado, foi quando o Dragão apareceu e misteriosamente falou... Ele disse:
— Ah, então vocês encontraram a cena do crime... Vou contar a história para vocês. Há séculos atrás, um rei chegou em minha caverna querendo o tesouro que aqui se encontra, mas ao invés de pedir, ele simplesmente me atacou, eu revidei, estava vencendo a batalha, mas o maldito Rei se esquivou e destruiu os ovos das minhas filhas!!! - O Dragão cuspiu fogo, quase acertando os dois. - Então matei o Rei e todos os seus soldados e impus uma maldição a esses vermes que chamamos de humanos. Eles só querem saber de dinheiro, são criaturas invejosas e gananciosas, Princesa... você sabia que o seu próprio pai permitiu que você morresse aqui apenas por dinheiro??
— NÃO!! Você está mentindo!!
Gritou Ellodie.
— Acredite se quiser, querida, você é só mais uma das muitas mulheres sacrificadas aqui, três mulheres por ano, especialmente aquelas que têm o sangue do Rei de Aurea, você deverá morrer para que eu vingue minhas filhas!
O Dragão emergiu mais fogo que o normal desta vez atrás de Ellodie, ela correu até a ponta da montanha, ela não tinha para onde fugir, ali seria o seu fim; iria morrer como uma da família Aurea, e o que mais doía nela, era o fato de seu próprio pai ter a sacrificado; ela tentou explicar ao Dragão que ele estava sendo enganado esse tempo todo, e que a rainha misturava os sangues, e todas as outras mulheres que vieram ali antes foram mortas em vão. Aquele era o fim da princesa Ellodie.
Quando, de repente, Henry aparece e joga uma espada para ela, ela empunha rapidamente a espada e mata o Dragão pela cabeça. Os dois correm e acham uma saída por baixo da montanha. Após tudo o que aconteceu, os dois saíram da montanha e, no calor do momento, perceberam que se amavam e deram um grande beijo.
Acompanhe os próximos capítulos e veja a linda história de amor dos dois.
















Jujutsu Kaisen 0: o legado amaldiçoado
Fanfictions nos anos finais do Ensino Fundamental

Após a queda de Geto, Gojo acredita ter encerrado um ciclo de dor e destruição. No entanto, a aparente vitória revela-se ilusória quando um novo inimigo surge das sombras: Kirin, herdeiro do legado de Kenjaku e portador de uma maldição moldada a partir de fragmentos de ódio, perdas e experimentos cruéis. O confronto entre Gojo e Kirin ultrapassa a força física e expõe feridas antigas, culpas não resolvidas e as consequências de um mundo sustentado por sacrifícios silenciosos. À medida que o limite do Infinito é desafiado e o caos ameaça romper a própria realidade, Gojo se vê obrigado a encarar não apenas um novo adversário, mas o peso de tudo o que falhou em proteger. Uma narrativa sobre herança maldita, responsabilidade e amadurecimento, em que o passado retorna como força viva e obriga o mais forte a confrontar os limites de sua própria esperança.

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Sinopse
Jujutsu Kaisen 0: o legado amaldiçoado
CAPÍTULO 1
Quando o Destino Se Desvia Na Escola Jujutsu, o confronto entre Yuta e Geto atingia seu ápice. Os dois lutavam pela posse de Rika, a maldição de nível especial que poderia decidir o rumo de toda uma era.Yuta: Geto… você vai pagar pela morte dos meus amigos!Geto (sorrindo friamente): Acha que entende a dor deles? Maldição de nível especial… sabe o que isso significa? Não? Então aprenda… morrendo!O golpe final ecoou pelo pátio. Yuta caiu sem conseguir terminar sua última frase.Silêncio.Rika, libertada pela morte do portador, agora pertencia a Geto.Geto: Próximo passo… Satoru Gojo.Enquanto isso, em Shibuya, Gojo derrotava sem dificuldade um feiticeiro de Classe Especial. O “mais forte” retornava à Escola Jujutsu… sem imaginar o reencontro que o aguardava.Geto esperava na entrada. Dois antigos amigos. Dois destinos quebrados.Gojo: Que bagunça… meus alunos, mortos por você. Geto, você vai morrer sozinho.Geto: É isso que vamos ver, Satoru.Geto canalizou todo o poder de Rika. Gojo permaneceu calmo, seguro em sua força.O ataque atingiu o peito de Gojo, uma luz feroz.Mas Gojo permaneceu intacto.Geto (atônito): Sua força… está em outro nível.Gojo: Eu te avisei.Gojo dispara o Vazio Roxo, devastando tudo ao redor.Gojo: Últimas palavras?Geto (quase rindo): Você venceu… mas no fim… fui eu quem ficou com o coração cheio… mesmo que de ódio.Gojo: Isso não é vitória. Você era meu irmão…O vento soprou entre os destroços. Geto fechou os olhos, sereno pela primeira vez em anos.Geto: O problema nunca foi o mundo… sempre fomos nós. Adeus.Geto caiu. Rika se desfez em luz, finalmente livre.Gojo não comemorou. Apenas fechou os olhos.Dias depois, a Escola Jujutsu estava em ruínas.Gojo caminhava entre corredores vazios, lembranças pesando como maldições antigas.Ele para diante de uma foto: ele, Geto, Shoko. Antes de tudo ruir.Gojo (pensando): Eu era o mais forte… mas não fui forte o bastante para salvá-lo.Um som ecoa.Passos. Respiração contida. Uma presença instável.???: Você o matou, mas o ciclo não termina com a morte de Suguru Geto.Gojo gira, ativando os Seis Olhos.Um garoto encapuzado surge da escuridão. Olhos dourados. Energia maldita quase viva.Gojo: Quem é você????: Meu nome é Kirin… o herdeiro do legado de Kenjaku.
CAPÍTULO 2 - Maldição Hereditária
A neblina cobre os portões destruídos da Escola Jujutsu. O ar parece preso entre mundos.
Gojo: Herdeiro de Kenjaku? Isso só pode ser brincadeira.
Kirin: Você acha que derrotou Geto… mas ele era apenas a semente. Kenjaku deixou muito mais.
Eu sou o novo recipiente da maldição.
A energia ao redor de Kirin se rompe em múltiplas ondas, até formar uma entidade colossal — dezenas de braços, olhos costurados, gritos abafados.
O Devorador de Legados.
Gojo (cerrando os punhos): Se você quer lutar… vamos acabar logo.
Kirin: Vamos ver se o “mais forte” ainda consegue proteger alguma coisa.
Cena de Batalha – Gojo vs Kirin
Os Seis Olhos ativam.
O mundo desacelera.
Gojo lê cada partícula de energia…
Mas Kirin se move diferente. A maldição distorce o espaço ao seu redor.
Gojo (pensando): Essa energia… é instável. Ele está usando fragmentos de maldições extintas…
De repente, Kirin rompe — por milésimos — a barreira do Infinito.
Gojo sente a dor quente no ombro.Gojo: Ele me tocou…?
Kirin: Eu sou feito da dor das maldições que você ignorou, Gojo.
Flashback de Kirin
Kirin criança, em um templo isolado.
Kenjaku o observa como quem avalia um experimento.
Kenjaku: Um dia… você enfrentará Satoru Gojo.
Quando ele estiver quebrado… você o destruirá.
O Devorador de Legados ruge.
Os destroços tremem.
Gojo: Esse é o mundo que Geto queria mudar?
Kirin: Não. Esse é o mundo que você tentou proteger.
E agora… você vai sentir o peso disso.
Gojo sorri — ferido, mas inteiro.
Gojo: Então venha. Mas lembre-se:
A esperança… sempre renasce do vazio.
Ele une Azul e Vermelho
CAPÍTULO 3 - Fragmentos do Infinito
O céu se abre em um turbilhão.
Gojo grita:
Gojo: VAZIO… ROXO!!!
A energia destrói tudo em seu caminho.
Quando a poeira baixa… Kirin ainda está de pé. Sangrando. Mas vivo.
Seu corpo se retorce, liberando uma nova camada de energia amaldiçoa da fragmentos de Mahito, Hanami, Geto, Rika… e algo mais antigo.
Flashback - O Laboratório de Kenjaku
Tubos com restos de maldições… livros proibidos… amuletos quebrados.
Kirin, preso, moldado, reconstruído.
Kenjaku: O mundo não precisa mais de heróis.
Precisa de novos monstros.
DE VOLTA À BATALHA
Kirin ativa sua técnica final:
Ressonância do Caos
A distorção do tempo e do espaço torna o movimento imprevisível até para os Seis Olhos.
Gojo sente seu limite.
O sangue escorre.
O chão desaba.
Gojo (pensando): Eu preciso de ajuda… mas não há mais ninguém.
Ele ergue o olhar.
Kirin avança, olhos dourados brilhando como um presságio.
E então,
O mundo se parte.
















A lenda de Link
Fanfictions nos anos finais do Ensino Fundamental



Sinopse
Quando o reino de Hyrule é tomado pelas trevas e a princesa Zelda é aprisionada, o jovem elfo Link vê sua vida comum ser interrompida por um chamado que ultrapassa o medo e a perda. Após a morte de seu tio e o colapso da ordem no reino, Link assume a missão de salvar Zelda e enfrentar o mal que ameaça destruir o equilíbrio do mundo. Guiado pela Triforce da Coragem, ele atravessa castelos, desafios e provações que testam não apenas sua força, mas sua lealdade, inteligência e determinação. Ao conquistar os artefatos necessários para empunhar a Espada Mestra, Link inicia sua verdadeira jornada como herói. Uma história sobre destino, amadurecimento e a construção da coragem, em que crescer significa aceitar o peso da responsabilidade e seguir em frente mesmo quando tudo parece perdido.
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A lenda de Link
CONTEXTO
Essa Fanfic se passa durante os eventos do game The Legend of Zelda - A Link to the Past.
CAPÍTULO 1
Era uma vez um reino pacífico conhecido por Hyrule, era um reino próspero e cheio de vida, todos os elfos viviam em paz e harmonia, o rei de Hyrule era um elfo generoso, e sua filha, princesa Zelda, a donzela mais doce e gentil do reino. Por muito tempo, houve paz e tranquilidade, até que as trevas chegaram, um astuto mago conhecido como Agahim enganou o rei e seus oito sábios com sua magia e seus poderes. Os oito sábios foram aprisionados em oito cristais e selados em um outro mundo, e o rei subitamente desapareceu. O caos e o desespero no reino começaram, medo prevaleceu, mas havia esperança, a princesa Zelda tinha o direito de governar, mas o mago astucioso a capturou e na masmorra de seu castelo, Zelda permaneceu presa.
Em uma noite chuvosa, um jovem elfo tem um pesadelo, um ser meio porco se tornava rei de Hyrule e uma donzela chamava por seu nome em desespero. Logo o jovem acordou assustado, seu tio o viu assustado e disse:
— Link, calma, tome uma água e volte a dormir, vou sair para caçar, não me siga, pois essa chuva está muito forte.
O atrevido e destemido Link o ignorou, se levantou e se vestiu, pegou um manto verde e um lampão vermelho e saiu, com o objetivo de encontrar seu tio. Encontrou uma moita estranha próximo de sua casa e, ao investigá-la, escorregou no barro e caiu em um profundo buraco. No fundo, tinha uma poça funda de água que amorteceu sua queda, e ao sair, viu um enorme túnel que o percorreu. Link não sabia, mas o túnel era uma passagem secreta para o castelo de Zelda. Ele pegou seu lampião molhado e seguiu em diante. À frente, encontrou-se com dois guardas e passou rapidamente por eles sem ser visto.
O valente Link caminhou e se esquivou dos perigos, a saída dos túneis terminava no interior de uma sala de espera do reino, rapidamente se escondeu e ouviu um guarda falando de um prisioneiro que invadiu o castelo há pouco tempo. Link seguiu o guarda sem ser visto e chegou até uma vasta masmorra, e ao percorrer a grande masmorra, notou que seu tio estava caído em um andar inferior, ele foi ferido por dois guardas. Link correu para socorrê-lo, os guardas o viram e foram atacá-lo, Link se esquivou e pegou a espada de seu tio e, por puro instinto, atacou e venceu os guardas, mesmo que nunca tivesse participado de batalha alguma, ele mostrou muita coragem.
Seu tio olhou para Link e entregou-lhe seu escudo, e lhe disse:
— Não queria te envolver nisso, Link, mas os sábios há muito tempo me falaram que meu sobrinho seria o herói do tempo, vá, Link, Zelda é …O tio de Link não conseguiu terminar sua fala e logo faleceu. O herói Link ficou abalado, mas estava disposto a salvar Zelda. E pela masmorra Link caminhou e um calabouço encontrou, lá a princesa estava, e um soldado com um mangual armado estava, e um duelo foi travado, difícil duelo, até que o mangual ficou preso no escudo de Link e com um golpe com o cabo da espada Link nocauteou o grande guarda e salvou Zelda que lhe disse:
— Agradeço pela coragem, Link, você assim como eu pertencemos a algo muito além de nossas compreensões, vejo a Triforce da coragem em você, mas agora não é hora de conversar, vamos, existe uma passagem secreta para uma igreja atrás do trono de meu pai, devemos passar por ela e assim estarei em segurança, Agahim me quer a qualquer custo, mas ele não sabe de você e nem de sua força.
CAPÍTULO 2
Link e Zelda atravessaram a masmorra, Zelda o guiou pelos corredores do castelo. Ao chegarem ao trono do rei, Zelda e Link empurraram uma estante e entraram em um corredor úmido, e por muito tempo caminharam, até chegarem a um alçapão de uma antiga igreja.Ao saírem, o clérigo responsável pela igreja estava surpreso e os acolheu, deixando Link e Zelda a sós. Zelda então disse:
— Agora podemos conversar, Link, não sei o que aconteceu com meu pai, nem onde os sábios estão, mas sei que Agahim veio de um outro tempo, uma realidade que desconheço, sei que ele é Ganon, e quer o trono de Hyrule. Creio que você está perdido, mas vou te ajudar, quando o mundo foi criado, as três deidades criadoras se condensaram em três itens, a Triforce, três triângulos de ouro que mantêm todo o nosso equilíbrio. Por mais que elas permaneçam juntas fisicamente, cada uma escolheu um tipo de hospedeiro, e seus descendentes podem herdar a vontade de cada Triforce. Eu herdei a Triforce da sabedoria, tenho conhecimento e ciência além do tempo, acesso a magias e sabedoria ilimitadas.
Ganon, no princípio, era extremamente ganancioso, ele conseguiu roubar a Triforce do poder, antes ele era Ganondorf, o único homem de um clã de mulheres guerreiras de Gerudo, quando ele roubou a Triforce do poder, se tornou Ganon e começou a ameaçar e tomar reinos inteiros, todos que o enfrentavam eram eliminados, nem mesmo eu de outras épocas pode pará-lo, seu maior desejo é governar por tirania e obter a Triforce inteira, ele sempre tem muito poder, muito além do que conheço. E, por fim, você, a Triforce da coragem, te escolheu, um garoto de bom coração, que não tem ambição, mas que tem valente coragem. Link, escute-me, somente você pode parar Ganon, existem três castelos, um a leste no deserto, outro a oeste também em região arenosa, e outro a norte nas montanhas da morte, eles contêm três desafios, ao completá-los você será digno de remover a espada mestra nas florestas perdidas, essa é a única arma capaz de ferir Ganon, por favor Link, o reino de Hyrule depende de você.
Link apenas se levantou, arrumou sua capa verde e saiu, sem dizer nada. Primeiro, ele foi à vila Kakariko, comprou dois potes e ajudou alguns moradores. Cartazes de procurado estavam em todos os lugares, Link era considerado inimigo de Hyrule, mas isso não o abalou, ele seguiu para o deserto a leste de Hyrule. No deserto, um grande castelo de pedra era visível, e ao entrar, as colunas do castelo eram colossais. Link entrou e prosseguiu, enfrentou muitos inimigos, caveiras armadas, estátuas de ciclopes que ganhavam vida, serpentes. Perto do salão do desafio, encontrou um grande baú e, ao abri-lo, encontrou um arco encantado. Ao chegar no grande salão, ele viu oito enormes estátuas de cavaleiros em pedra, elas começaram a se mover e atacar Link, cada uma usava uma arma diferente, Link quase não tinha tempo de se esquivar, que outro soldado o atacava, quando Link atacava, sua espada era inútil. Mas o herói pensou em usar o arco, se esquivou e atirou três flechas em uma estátua, que foi completamente destruída, assim, Link destruiu todas as estátuas, e a última caiu um colar com uma joia vermelha.
Ao completar o primeiro desafio, Link seguiu para o oeste e entrou na região árida. Na porta do castelo existiam escritos que Link não entendia, mas lembrou de um livro na biblioteca de Kakariko que tinha as mesmas escritas. Correu para a vila e pegou o livro, conhecido como livro de Midora, esse livro traduzia a antiga língua élfica rúnica, assim que voltou ao castelo, pôde entender o que estava escrito: ‘Basta que mostre lealdade, e no castelo entrará sem maldade’. Link simplesmente se curvou em gesto de respeito para o castelo, e o castelo abriu suas portas.Um vasto castelo cheio de areia e torres com olhos que disparavam raios, Link atravessou as armadilhas com areia movediça, e encontrou um grande baú, esse baú tinha uma manopla de aço, que permitia a Link quebrar grandes rochas com socos. No final, seu desafio eram três grandes vermes da areia, que o atacavam de surpresa, mas o astuto Link atacou os três vermes em suas costas sem vê-los com um ataque giratório. Ao vencer, recebeu outro colar, com uma joia azul.
Assim, seguiu para o último desafio, nas montanhas da morte, o último castelo era feito de granito preto, possuía um ar sombrio, mas Link prosseguiu sem medo. O castelo parecia abandonado, não havia inimigos, apenas armadilhas, e logo, Link encontrou um grande baú que continha a pérola da lua, um item enigmático, já que não sabia para que servia. Na sala do desafio, viu uma enorme cascavel, que tentava feri-lo a qualquer custo. Link tentou atacá-la na cabeça, mas suas escamas eram muito duras, e sua espada não penetrava, então Link percebeu que o chocalho da serpente sempre estava muito longe dos ataques. Sendo assim, Link correu e atacou o chocalho com sua espada, atacou com tanta força que sua espada grudou na cauda da serpente, que ficou furiosa e atacou sem parar. Link rapidamente jogou seu escudo nos olhos da serpente e agilmente atirou uma flecha em sua cauda, a serpente urrou de dor e caiu morta.
CAPÍTULO 3
Após vencer a serpente, Link caminhou e encontrou o último colar com uma joia verde. Ele venceu os três desafios, poderia empunhar a espada mestra. Link caminhou rumo às florestas perdidas, uma vasta e densa floresta com uma névoa interminável, lar de muitos ladrões. Chegando lá, acendeu seu lampão e caminhou devagar, quase não enxergava um palmo à sua frente, podia ver vultos o rodeando, e quando um se aproximava, Link o atacava e ele corria. Depois de uma longa caminhada, encontrou um grande tronco e caminhou para dentro dele, o tronco dava acesso a uma clareira, vários animais corriam nessa área, esquilos, pássaros, cervos, raposas, e mais uma dezena de animais, logo Link encontrou uma estrutura antiga feita de mármore, e nela, uma espada de cabo azul e lâmina prata, no pedestal uma nota em elfo rúnico antigo: ‘Valoroso o herói de bom coração que deseja eliminar o mal’. Link subi ao pedestal e segurou a espada, seus colares brilharam e se quebraram quando ele removeu a espada, toda a névoa das florestas desapareceu, e os raios do sol iluminaram toda a floresta.
Continua…
















Resident evil: conspiração
Fanfictions nos anos finais do Ensino Fundamental

Sinopse
Entre os eventos da Mansão Spencer e o início do caos em Raccoon City, Jill Valentine tenta reconstruir sua vida enquanto carrega as marcas físicas e psicológicas daquilo que descobriu. Rebaixada dentro do próprio departamento de polícia e cercada por silêncio institucional, ela passa a registrar áudios que revelam a corrupção da polícia, o poder da Umbrella Corporation e a extensão de uma conspiração que envolve governos, forças paramilitares e experimentos biológicos. Sozinha, vigiada e cada vez mais paranoica, Jill se prepara para o inevitável confronto, sabendo que expor a verdade pode custar sua liberdade ou sua vida. Uma ficção sobre resistência, amadurecimento e lucidez em meio à paranoia, em que sobreviver significa não se calar diante de um sistema construído para apagar verdades.
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Resident evil: conspiração
CONTEXTO
Essa fanfic se passa entre os jogos Resident Evil 1 e início de Resident Evil 3 Nemesis, com a protagonista Jill Valentine se questionando sobre a Umbrella, sobre o departamento de polícia de Raccoon City (cidade onde a obra se passa), sobre os eventos de Resident Evil 1 e sobre si mesma.
CAPÍTULO 1
Jill chega a seu apartamento tarde da noite, cansada, caminha para seu quarto, retira um Walkman Sony de sua gaveta, insere uma fita cassete nele e começa a gravar sua própria voz:“
Janeiro de 1997, 12:32 da noite, este é o primeiro de muitos áudios que vou gravar, caso eu morra, ou meus amigos da equipe Bravo da S.T.A.R.S venham a desaparecer, estes áudios podem ser usados como prova para incriminar a Umbrella e a Polícia de Raccoon City. Sou Jill Valentine, servi na unidade de operações especiais da polícia de Raccoon City, equipe Bravo da S.T.A.R.S, ao lado de Chris Redfield, Barry Burton, Albert Wesker e Brad. Tudo começou em minha primeira operação, recebemos informações sobre estranhos casos de canibalismo e assassinatos em uma região isolada ao norte de Raccoon City, na região das montanhas Arkley, descobrimos uma mansão ao mesmo tempo que fomos atacados por cães em estado de decomposição. Descobrimos que a mansão era propriedade de Oswell Spencer, fundador da Umbrella Corporation, principal empresa farmacêutica de Raccoon City, com sede em Paris, na França, e que a mansão era uma fachada para experimentos com um novo tipo de vírus, T-vírus, que possui alta capacidade mutagênica além de reanimar células mortas, contudo o hospedeiro sente uma insaciável fome por carne.
Descobrimos toda a sujeira da Umbrella, Albert Wesker era um espião da Umbrella que estava na polícia para nos vigiar e nos silenciar caso nós encontrássemos algo, contudo, ele foi infectado pelo vírus e morto. Eu ainda era muito inexperiente, quase fui morta várias vezes, com Barry e Chris aprendi a ser mais forte, devo muito a eles. Depois de tudo isso, nossa equipe se dirigiu ao delegado da polícia de Raccoon City, delegado Irons, mostramos todas as provas e arquivos que encontramos, mas ele arquivou nossas denúncias e não deixou a imprensa conhecer essa história, se recusou a divulgar esses acontecimentos. Mas ele foi ainda mais covarde, ele dissolveu a equipe Bravo, isso foi um basta para todos nós, Chris saiu da polícia e foi investigar a Umbrella em Paris por conta própria. Barry era o mais velho de nós, resolveu se aposentar e entregou seu distintivo. Brad e eu continuamos na polícia, mas, em troca do silêncio, Irons manteve Brad como piloto de helicóptero das outras equipes de operações especiais e eu fui o bode expiatório. Irons me rebaixou na polícia, fiquei com funções administrativas e analíticas, meu dia se resume em ficar na frente de um computador recebendo denúncias e reportando aos superiores".
CAPÍTULO 2
Em uma manhã ensolarada, Jill estacionou seu carro perto do parque central de Raccoon City, bebeu seu café e, de dentro do carro, começou a gravar mais um áudio:
“Janeiro de 1997, 14:12 da tarde, cada dia que passa fico mais paranoica, não sei se tem uma escuta em minha casa, ou até mesmo nesse carro. Mesmo assim, tenho que expor o que eu sei, Chris entrou em contato comigo, ele descobriu muita coisa, a Umbrella tinha muitos planos para o T-vírus. O objetivo era curar doenças que provocavam morte celular, ou então induzir a reanimação de células para regeneração celular, quando invadimos a Mansão Spencer, a pesquisa já estava concluída. A Umbrella não conseguiu anular os efeitos colaterais que tornam o hospedeiro um zumbi. Contudo, a Umbrella é mais ardilosa do que pensei, ela possui contratos com governos dos EUA, França, Inglaterra e Itália, e tem centros de pesquisa em todos os lugares do mundo, ela pode estar em todos os lugares, e o governo dos EUA se interessou pelo T-vírus, não como solução para doenças, mas sim, como arma biológica, Chris conseguiu essa informação por um informante de dentro da Umbrella, pois esse informante e a equipe dele estão trabalhando em formas de conter o vírus, eles têm medo do vírus ser usado para fins bélicos, e o mais estranho é que todos os seus progressos com as medidas de contenção são enviados para o consulado americano da França. Chris também descobriu que a Umbrella possui e financia grupos paramilitares, conhecidos como Umbrella Biohazard Countermeasure Services (U.B.C.S), uma unidade mercenária, com pessoas do mundo todo que fazem todo tipo de serviço, a maioria dos membros é de origem russa ou eslava, normalmente são ex-oficiais da Spetsnaz ou das Forças para Fins Especiais (GRU). Depois dessa informação, é melhor eu me preparar para o pior, pode ser questão de tempo para nós começarmos a incomodar a Umbrella e ela enviar seu esquadrão da morte para me executar, ou o FBI bater na minha porta e me acusar de ser uma fundamentalista maluca que é uma ameaça à segurança nacional”.
CAPÍTULO 3
Ao anoitecer, Jill saiu da delegacia em que trabalhava e caminhou rumo à rua, sua casa não estava longe, porém ela preferiu ir a um hotel perto da delegacia, o motivo era que ela notou dois homens a seguindo e estranhou seus olhares. Ao chegar ao hotel, reservou um quarto e logo subiu, era um quarto bem simples e não havia outros hóspedes no horário em que ela chegou. Jill tomou um banho quente, quando terminou deixou o chuveiro ligado e se secou, tirou seu gravador de uma bolsa com uma fita virgem e gravou mais um áudio:
“Março de 1997, 19:21 da noite, como estou paranoica, deixei o chuveiro aberto para ninguém me ouvir. Descobri por um vazamento de dados que meu chefe, o delegado Irons, recebeu uma boa quantia da Umbrella para nos silenciar e ficar de bico fechado, um estagiário deixou o e-mail dele aberto em um terminal da delegacia e um outro policial enxerido leu alguns e-mails, ambos foram punidos, mas o dano já estava feito. Estou frequentando mais o clube de tiro e praticando mais artes marciais, quase que diariamente, já que não sei o que pode acontecer. Um cara da equipe Alfa da S.T.A.R.S. me deixou fazer treinos táticos com eles, isso está me ajudando a deixar a cabeça ocupada, e o nosso armeiro, Kendo, vai customizar minha Beretta M9, segundo ele, por cortesia da casa. Creio que para a Umbrella eu sou uma ameaça direta, sei que estão me vigiando, mas eu não vou parar até que esses corruptos estejam na cadeia. Chris ainda não me deu notícias e ainda está na França, espero que ele esteja bem, já faz muito tempo que não vejo ele”.
CAPÍTULO 4
Era um dia bem quente em Raccoon City, Jill estava de folga e degustava seu café em uma cafeteria em frente à sede da Umbrella ao leste da cidade. Bebeu lentamente seu café e estava alerta, observava o movimento e o fluxo de pessoas, ela passou quase o dia todo lá. Depois, caminhou até seu carro e foi para sua casa, viu que ninguém a seguia e entrou em seu apartamento que estava muito bagunçado, pegou seu gravador e começou a falar:
“Julho de 1997, 18:01 da noite, a Umbrella está estranha, a sede oficial está muito movimentada, muitas pessoas entram e saem do complexo. Vi embaixadores e empresários de várias nações lá recentemente. A delegacia recebeu uma denúncia anônima recentemente, que dizia que um renomado cientista da Umbrella, Dr. Willam Birkin, poderia ser um terrorista e era uma ameaça, o delegado Irons ignorou essa denúncia e a arquivou, mas descobri que a própria Umbrella foi quem denunciou Birkin. Não sei o que ele faz na Umbrella, mas a farmacêutica não está satisfeita com o trabalho dele, creio que essa denúncia foi um aviso, até porque se a Umbrella financia grupos militares, por que ela faria uma denúncia para um órgão governamental? Existe algo de muito estranho que ainda não sei. Entrei em contato com o jornal de Raccoon City, disse que tinha muito material da Umbrella, mas tudo em vão, a Umbrella controla quase toda a cidade, e possui contratos com o governo, ou seja, é fácil eles me calarem e difícil de expor a verdade, mas seguirei firme”.


















Watch dogs: perseguição
Fanfictions nos anos finais do Ensino Fundamental


Sinopse
Em uma Chicago hiperconectada e vigiada por sistemas digitais, o hacker Aiden Pearce, conhecido como Vigilante, descobre um esquema internacional de tráfico humano financiado por empresários poderosos que utilizam a cidade como palco para leilões clandestinos de pessoas. Atuando nas sombras, Aiden infiltra-se em hotéis de luxo, bancos e vias públicas, usando a tecnologia como arma para expor crimes que a lei ignora ou protege. A cada operação, ele desmonta redes de corrupção, manipula o sistema e força autoridades a agir, enquanto é caçado como criminoso. Dividido entre justiça e ilegalidade, Aiden transforma a cidade em um tabuleiro de guerra silenciosa, onde informação vale mais que armas. Uma história sobre vigilância, poder e amadurecimento moral, em que combater o sistema exige aceitar que nem toda justiça cabe dentro da lei.
Assista a um pequeno trailer da fanfic

Watch dogs: perseguição
CONTEXTO
Essa fanfic se passa durante os acontecimentos do game Watch Dogs 1, com o protagonista hacker Aiden Pearce conhecido por ‘’Vigilante’’ e ‘’A Raposa’’. A história se passa em Chicago em 2012, Aiden descobre um esquema de tráfico humano, financiado por doze grandes empresários de vários pontos do mundo que vão a Chicago para um ‘’leilão’’ de pessoas.
CAPÍTULO 1
A madrugada cai em Chicago e o grande hotel Merlot fica destacado pelas luzes roxas e LEDs azuis. O alvo de Aiden, Barnes Fischer, britânico, 46 anos, CEO de uma empresa de petróleo com sede em Dubai. Com um faturamento de mais de 100 milhões por ano, estava envolvido em lavagem de dinheiro, tráfico humano e suborno, estava hospedado no Hotel Merlot, quarto 808 no oitavo andar, possuía 9 seguranças armados e a segurança do hotel. Não seria fácil pegá-lo, mas Aiden estava disposto, o alvo estava dormindo em seu quarto quando o vigilante chegou, ele entrou pela porta da frente, sem guardas na entrada, foi até a recepcionista, disse que queria um quarto, e Aiden mostrou um QR code para a moça escanear e ter seus dados básicos para a reserva do quarto. Quando seu código foi escaneado, o celular da mulher travou, assim como o computador da recepção.
Desesperada, a recepcionista pediu para que Aiden aguardasse e correu para o interior do hotel para chamar um técnico para resolver o problema. Aiden aproveitou, ficou de costas para a câmera que viu seu rosto e hackeou do seu celular todo o sistema de segurança do hotel. O QR code continha um vírus tipo Worm que infecta todo dispositivo ligado à rede, deixou um comando no servidor do hotel para que todas as gravações fossem apagadas dentro de 15 minutos. Rapidamente, buscou os registros de Fischer no sistema e, usando apenas o celular, conseguiu copiar o código do cartão de acesso ao quarto de Fischer.
Calmamente, Aiden andou até o elevador, a recepcionista ainda não havia voltado, foi para o oitavo andar. Ao sair, foi abordado por dois seguranças pessoais de Fischer, eles estavam de terno preto, usavam rádios transmissores com um fone de ouvido em uma das orelhas e uma pistola no paletó do terno. O vigilante deu um toque suave em um ícone de seu celular sem ver, e logo um ruído muito agudo foi emitido de seus transmissores e atordoou os guardas momentaneamente. Isso deu tempo suficiente para Aiden sacar seu bastão retrátil e agilmente nocautear os guardas.
Seguiu para o quarto 808, encostou em uma parede e hackeou as câmeras do quarto de Fischer, tinham 5 guardas dentro de seu quarto e 2 na garagem vigiando seu carro. Todos os quartos do hotel tinham componentes integrados que Aiden poderia explorar ao hackear, primeiro, ele hackeou o sistema de ar condicionado do quarto de Fischer, deixou o quarto muito quente, depois induziu um vazamento de gás hackeando o sistema de compressão de gás do quarto, isso induziu uma explosão no quarto que nocauteou 3 guardas. O alarme de incêndio disparou e um guarda saiu para os corredores, Aiden o rendeu e o atordoou com um taser, entrou rapidamente no quarto e disparou 4 tiros no outro guarda, Fischer estava do seu lado, morrendo de medo.
Aiden o encarou por um segundo, e nocauteou com o taser, correu e pegou o notebook de Fischer, assim que o pegou, tirou Fischer do quarto e o colocou no corredor com o notebook aberto. Poucos segundos após o vigilante o colocar no corredor, era possível ouvir o som de viaturas chegando e os guardas do hotel se movendo, Aiden correu para o elevador e apertou o botão de emergência, faz com que o elevador trave, e desligou o disjuntor do andar que ficava do lado do elevador, pode ouvir os guardas na escadas, então usou o elevador de serviço que estava funcionando devido ao fato de usar fonte de energia separada, ao chegar na garagem, viu muitos policiais e guardas na garagem, então, Aiden olhou seu celular, apertou um ícone com desenho de um raio e em 3 segundos, toda energia em um raio de 300 metros caiu, a garagem se tornou um breu e os policiais demoraram a ligar suas lanternas.
Na escuridão Aiden passou por todos sem ser visto, chegou até o carro de Fischer, uma BMW que funcionava por biometria, facilmente Aiden a hackeou e entrou no carro e esperou até os guardas se distanciar, estava abaixado e furtivo. Quando teve a oportunidade, ligou o carro com seu celular e arrancou, não ligou os faróis, os guardas surpresos correram para intercepta-lo, assim que saiu da garagem e entrou na avenida, a energia voltou e os policiais correram para segui-lo, mas o vigilante já estava distante e conseguiu despistá-los.
Na manhã seguinte, o jornal da CNN de Chicago informou: "Na madrugada desta quarta-feira um incêndio seguido por um apagão foi relatado no hotel Merlot, as autoridades suspeitam de uma ação do hacker conhecido como vigilante. O empresário Barnes Fischer foi preso em flagrante no corredor de seu quarto com um notebook que continha provas de crimes de escala federal. A INTERPOL já entrou em contato com as autoridades nacionais e a extradição de Fischer pode acontecer em breve. Hoje de manhã, o FBI recebeu uma denúncia anônima de um carro roubado, modelo BMW, perto da boate Infinity 97, que supostamente seria de Fischer, dentro do carro, no banco do carona, foram encontrados documentos e fotos que ligam Fischer à máfia italiana Camorra. Muitos questionam a ação do hacker vigilante na cidade de Chicago, para alguns ele é um herói, para outros um criminoso e outros um louco, as autoridades estão empenhadas em prender o hacker e o prefeito Cunningham prometeu que a lei seria cumprida’’.
CAPÍTULO 2
Próximo alvo, Jack Armstrong, ex-senador de Montana, atual CEO de uma empresa de componentes eletrônicos com sede em Hong Kong, faturamento de 350 milhões por ano, envolvimento com lavagem de dinheiro, violação dos direitos dos trabalhadores e exploração, violência doméstica e abuso verbal. Jack tinha muitos inimigos, dentro e fora dos EUA, a máfia chinesa Tríade queria eliminá-lo a qualquer custo, e Aiden sabia que ele, estando em Chicago, era só questão de tempo. Jordi, um mercenário amigo de Aiden, lhe disse que um cliente estava disposto a pagar muito dinheiro para quem conseguisse prender Jack em solo americano, o cliente era a ex-esposa do alvo, ela não queria que ele morresse, era mais seguro uma prisão federal do que estar livre, e que a Tríade tentaria matá-lo na tarde daquele mesmo dia, Aiden não se importou com a história, disse que prenderia ele. Jack foi ao banco do centro de Chicago, assim que foi sacar o dinheiro, 4 assaltantes fortemente armados entraram, renderam todos os clientes e funcionários, e sequestraram Jack, um verdadeiro sequestro relâmpago, estavam todos em uma van preta e Jack estava com um saco preto para não saber onde estavam indo. Os criminosos queriam usar Jack como moeda de troca, a exigência seria de 2 milhões em uma conta fantasma, mesmo com o pagamento eles queriam eliminar Jack, de repente o celular do motorista toca, uma voz diz: "Vocês têm até as 19:00 horas para deixar o Jack na frente do museu de biologia de Chicago’’ o motorista riu com sarcasmo, xingou algo em chinês e desligou o telefone.
Tinha muito trânsito na hora e os meliantes estavam cortando muitos carros, estranhamente a rota que eles determinaram no GPS estava com muitos engarrafamentos, assim pegaram uma outra rota, que convenientemente passava na frente do museu de biologia. Quando já estavam bem perto do museu, perto de um cruzamento com o sinal verde, para os assaltantes rapidamente ficou vermelho sem passar para o amarelo, e uma carreta bateu com tudo na lateral do carro. Todos os outros sinais das outras principais avenidas ficaram permanentemente vermelhos, impedindo a movimentação, os assaltantes saíram do carro com Jack e ameaçaram os civis. Houve muito tumulto, mas a polícia já estava a caminho, Aiden tinha os alertado, fingindo ser um guarda e usando uma frequência da polícia, ele também tinha hackeado os semáforos da cidade e induzido os engarrafamentos a partir do momento em que o assaltante atendeu o telefone.
O FBI enviou 2 helicópteros com 2 snipers que neutralizam todos os meliantes facilmente, pois o FBI recebeu a denúncia de Aiden e entendeu que se tratava de uma ameaça de nível federal, já que envolvia um ex-senador e a máfia chinesa. Após os assaltantes serem presos com ferimentos graves, o museu de biologia, com um projetor, reproduz uma propaganda do próprio museu em sua entrada. O projetor usa toda a entrada e estrutura do museu como plano para reproduzir a propaganda, porém, o que foi reproduzido foram imagens dos trabalhadores da empresa de Jack em condições subumanas. Além de áudios do ex-senador pedindo que o governo chinês fingisse que não visse suas operações e, em troca, daria mais recursos tecnológicos para os chineses, Jack Armstrong foi preso pelo FBI naquele dia, Aiden fez tudo à distância, estava em seu quarto no Owl Hotel, deitado e bebendo café.
Jornal da CNN, boletim da noite informa: “Na tarde de hoje, Chicago sofreu um grave ataque, 4 assaltantes invadiram o banco central de Chicago e sequestraram Jack Armstrong, ex-senador de Montana, mas todos os criminosos foram baleados e presos, todos receberam tratamento médico e não correm risco de vida. O ex-senador Jack Armstrong foi preso devido a informações vazadas sobre supostos crimes internacionais, o FBI ainda não esclareceu o ocorrido, nem se pronunciou sobre o vídeo reproduzido no museu de biologia de Chicago, nem se pronunciou sobre outros crimes cometidos pelo ex-político. O partido de filiação do ex-senador esclareceu que todo o ocorrido seria um esquema para tentar incriminar Jack, assim como as denúncias de violência doméstica feitas pela sua ex-esposa seriam falsas, mais informações a qualquer momento’’.

















Dark souls: genesis
Fanfictions nos anos finais do Ensino Fundamental


Sinopse
Em um mundo nascido da névoa, do fogo e da traição, Dark Souls: Genesis revisita a origem de uma era marcada por glória, decadência e escolhas irreversíveis. Quando as chamas primordiais despertam as almas dos grandes Lordes, deuses e dragões entram em guerra, moldando reinos, legados e maldições que atravessam o tempo. A vitória sobre os dragões inaugura a Era dos Lordes, mas o preço da supremacia é alto: alianças se rompem, heróis caem no esquecimento e o equilíbrio do mundo começa a ruir à medida que o fogo se apaga.À medida que a chama enfraquece, surgem a maldição dos mortos-vivos, o Abismo e o caos que consome homens, deuses e reinos inteiros. Tentativas desesperadas de manter o poder levam à corrupção, à criação de demônios e ao sacrifício final de Lord Gwyn, que se entrega às chamas para prolongar uma era já condenada. Entre ruínas, ilusões e memórias distorcidas, o mundo mergulha em melancolia, medo e desespero.É nesse cenário de fim iminente que surge a profecia do morto-vivo escolhido, um ser marcado pela maldição, mas guiado por determinação e escolha. Diante de caminhos traçados por deuses e serpentes primordiais, ele precisará enfrentar antigos Lordes, atravessar reinos em colapso e decidir o destino da própria existência. Dark Souls: Genesis é uma narrativa sobre origem e ruína, sacrifício e livre-arbítrio, que questiona se manter o fogo aceso é um ato de esperança ou apenas o adiamento inevitável do fim. Aqui, vencer não significa salvar o mundo, mas escolher como ele deve terminar.
Assista a um pequeno trailer da fanfic

Dark souls: genesis
CONTEXTO
Essa fanfic se passa no início do game Dark Souls 1 e explora sua vasta mitologia.
CAPÍTULO 1
No princípio, apenas existia névoa, volumosas árvores e grandes dragões imortais, e no subsolo, estranhas criaturas humanoides sem almas, magras e deformadas. Em certo momento, espontaneamente, as grandes chamas surgiram no subsolo, e com elas, as almas dos grandes Lordes.
O primeiro e mais forte lorde foi Lord Gwyn, senhor da luz solar. O segundo, Lorde Nito, rei do cemitério, o primeiro dos mortos. A terceira, a Bruxa de Izalith, manipuladora do caos e da piromancia. E por fim, a Alma negra, pequena e frágil.
Os Lordes desejavam reinar acima do subsolo, mas os dragões imortais eram violentos e raivosos. Porém, um certo dragão conhecido como Seth, o descamado, traiu sua própria espécie e entregou o segredo dos dragões a Gwyn. De fato, os dragões pareciam ser imortais já que não sofriam danos, tudo devido a suas escamas serem extremamente duras e resistentes, mas Seth revelou que a fraqueza das escamas eram os raios, ao serem atingidos por raios, as escamas se desprendiam da pele e assim era possível matar os dragões.
Sendo assim, Lord Gwyn montou um grande exército de cavaleiros, os cavaleiros de prata, e aprendeu a conjurar e manejar os relâmpagos. Gwyn também montou uma guarda especial de quatro cavaleiros leais, o primeiro era Hawkeye do grande arco, o segundo era Ornstein, lendário matador de dragões, o terceiro era Artorias, peregrino do abismo e a quarta era Cirian da lâmina gentil. Lord Gwyn e os outros lordes se unirão em uma colossal guerra contra os dragões, seus batalhões de soldados disparavam centenas de raios que brilhavam os céus. Hawkeye do grande arco, derrubava os dragões com suas flechas colossais, Ornstein liderava a infantaria e eliminava os dragões em terra. Lorde Nito espalhava doenças e pragas na terra, e a Bruxa de Izalith manejava suas chamas caóticas e carbonizava os dragões.
Depois de anos de batalha, finalmente, os lordes venceram e quase todos os dragões foram aniquilados. Lord Gwyn, em gesto de gratidão, dividiu uma pequena parte de sua alma com os demais lordes e com Seth, e criou a grande cidade, Anor Londo, cidade dos lordes. A Bruxa de Izalith, decidiu viver nas regiões vulcânicas, longe do reino, e se dedicou a estudar a piromancia e controle das chamas do caos. Lorde Nito escolheu as regiões dos cemitérios, lá desenvolveu as artes da morte e da necromancia. Seth viveu em Anor Londo e chefiava pesquisas sobre a imortalidade.
Muitos anos se passaram e Gwyn teve filhos, o primeiro filho, senhor da guerra, teve seu nome e sua imagem apagados por desonra, grande guerreiro ele era, mas para muitos foi esquecido por seu pecado. A segunda filha de Gwyn, Gwynevere, dama da luz solar, de beleza inestimável, ela criou os encantamentos conhecidos como milagres, poderes de cura e de regeneração. O terceiro filho, Gwyndolin, do sol negro, possuía uma estranha afinidade com a lua e seus mistérios, nasceu como homem, mas possuía trejeitos e aparência feminina, suas pernas tinham varias serpentes e dominava a arte da ilusão, depois, criou a sociedade do sol negro, uma guarda para a cidade de Anor Londo. A quarta filha, Priscilla, a mestiça, possuía aparência de mulher com escamas e cauda de um dragão albino, ela foi escondida dentro de uma pintura, o quadro de Ariamis. A quinta, Filianore, foi a região dos pigmeus.
CAPÍTULO 2
Após um tempo, um fenômeno estranho aconteceu, uma escuridão profunda surgiu na região dos abismos que corrompia e enlouquecia. Essa escuridão chegou ao reino de Nova Londo, e seus regentes, os quatro reis, pediram ajuda a Gwyn. Um nobre guerreiro da guarda de Gwyn foi enviado, Artorias, que fez um pacto com Kathee, serpente primordial que habitava o abismo. Em troca da alma de Artorias, Kathee criou um anel que permitia que o portador caminhasse sobre o abismo sem perder a sanidade.
Depois, Artorias traiu os residentes do abismo e a serpente Kathee, selou todo o abismo o inundando, porém, sua alma já estava corrompida e aos poucos ele perdia a sanidade, assim isolou-se em um coliseu na região de Oolacile e entregou sua espada ao seu lobo Stih.
A crise do abismo foi resolvida, mas a era dos lordes sofreu outro abalo, a chama primordial que trouxe as almas dos lordes começava a definhar e se apagar, com isso, a maldição dos mortos vivos. A quarta alma de lorde, a alma negra, foi encontrada por um humanoide tímido, ficou conhecido como primeiro pigmeu, ele guardou a alma negra e depois começou a dividi-la, e compartilhou com outros humanoides, assim nasceu a humanidade, seres que não tinham alma, agora compartilhavam fragmentos de uma alma de lorde.
Mas a maldição dos mortos-vivos causava muito dano aos reinos, aqueles que morriam voltavam como Hollows, criaturas irracionais e muito violentas. Diante dessa crise, a Bruxa de Izalith, junto de seus filhos, tentou recriar a chama primordial utilizando a chama do caos e a piromancia, porém tudo em vão, pois as chamas eram muito diferentes, e o resultado foi a transformação da Bruxa e seus filhos em criaturas estranhas, e pela chama do caos e seus experimentos nasceram os demônios.
Gwyn decide ir a fogueira da chama primordial, junto de seus cavaleiros, ele entrega sua alma e seu corpo na combustão da chama, sua intenção era de prolongar a era dos lordes alimentando a chama consigo mesmo, e por mais tempo a era dos lordes sobreviveu.
Com a maldição, muitos reinos entraram em caos, o reino de Astora foi dividido, os magos da escola do dragão azul se dividiram, os ladrões da floresta permaneceram nas matas e protegiam o lobo de Artorias Sith e a gata Alvina. A nobre guarda de Gwyn se dissolveu, Ornstein o matador de dragões, permaneceu em Anor Londo e guardava a sala de Gwynevere, os demais membros desapareceram.
CAPÍTULO 3
Todos os reinos estavam em caos completo, a melancolia e o medo reinavam no mundo, os demônios e os hollows estavam aos montes, tudo parecia perdido, porém, a segunda serpente primordial, Frampt, profetizou a solução. A profecia era que um indivíduo com a maldição dos mortos-vivos despertaria na mansão dos mortos-vivos, fora do reino de Anor Londo, e iria vencer os Lordes e muitos desafios para chegar na fogueira da chama primordial, mas a principal dúvida era: quais são as intenções desse morto-vivo? O que de fato o motivava? Somente uma determinação forte fazia com que um indivíduo não se perdesse na maldição e se tornasse uma besta irracional, será que seu objetivo era novamente estender o tempo dos lordes ou apagar por definitivo as chamas e começar a era dos humanos?
Frampt tinha medo da decisão do morto-vivo escolhido, mas conseguia ver o caminho que o escolhido cruzaria. Primeiro, ele despertaria na mansão dos mortos-vivos e iria para o templo de Firelink, de lá deveria tocar dois sinos, um na torre das gárgulas e outro nas profundezas das ruínas dos demônios. Depois, teria que ir à fortaleza de Zens e assim poderia acessar Anor Londo e se encontrar com Gwynevere, que lhe daria o vaso dos lordes. Em segundo, o escolhido deverá enfrentar e vencer os lordes que possuíam parte da alma de Gwyn, Lorde Nito, Bruxa de Izalith, Seth e os quatro reis, só assim o escolhido teria acesso a fogueira da chama primordial, lá estaria Gwyn em forma de hollow, caótico e violento, e após vencê-lo o escolhido poderá escolher, apagar a chama ou se sacrificar nela.























Outer banks: o segredo da Cruz Negra
Fanfictions nos anos finais do Ensino Fundamental

Sinopse
O desaparecimento do pai leva John B e seus amigos a retomarem uma busca que começa como caça ao tesouro, mas rapidamente se transforma em algo muito mais perigoso. Ao seguirem pistas escondidas em casas abandonadas, fossas e faróis esquecidos, o grupo descobre que o ouro está ligado a uma antiga sociedade secreta, a Ordem da Cruz Negra, responsável por proteger — e silenciar — verdades capazes de mudar destinos. À medida que segredos do passado vêm à tona, lealdades são testadas e o risco se torna real, John B percebe que a morte de seu pai pode não ter sido um acidente, mas consequência direta de escolhas feitas em nome da verdade. Uma narrativa sobre amizade, amadurecimento e consciência moral, em que crescer significa decidir até onde se está disposto a ir para enfrentar o passado e romper ciclos de silêncio e injustiça.
Assista a um pequeno trailer da fanfic


Outer banks: o segredo da Cruz Negra
CONTEXTO
John B é o líder de um grupo de amigos (gangue) e passa seu tempo livre surfando e curtindo sua juventude. John B convoca seus melhores amigos para procurar porem um tesouro ligado ao desaparecimento de seu pai. Aos poucos, o grupo vai entrando em uma perigosa trama de segredos e perigos.
CAPITULO 1
JJ e seus amigos estavam prontos para mais uma aventura arriscada. O grupo, que vivia atrás de adrenalina e confusão, dessa vez queria ir além da diversão: eles decidiram terminar o mistério que havia começado com o pai de John B. Segundo ele, existia um tesouro escondido que poderia mudar tudo. E se eles realmente o encontrassem, suas vidas nunca mais seriam as mesmas.
Reunidos na casa do John B, começaram a vasculhar gavetas, caixas e cadernos antigos.
O lugar ainda guardava marcas do passado, e a ausência do pai dele pesava no ar.
Ninguém gostava de falar sobre isso, mas era impossível ignorar.
Durante a busca, JJ, impaciente como sempre, reclamou:
— Que porra, estamos aqui há horas e nada acontece — resmungou, com um cigarro apagado entre os dedos.
John B respondeu, tentando manter a calma:
— A gente tem que ser rápido... antes que alguém ache isso antes da gente.
Kiara, sentada no chão com papéis nas mãos, concordou:
— Tô com o John B nessa. Quanto mais tempo a gente demora, mais risco corre.
Foi então que Pop, fuçando um dos cadernos antigos, levantou com uma folha na mão.
— Achei uma parada interessante. Tá dizendo aqui que o tesouro tá escondido numa casa mal-assombrada.
John B se virou na hora.
— Tem endereço?
— Tem sim — disse Pop. — Ilha Kook.
Kiara arregalou os olhos e comentou:
— Eu ouvi dizer que nessa casa mora uma velha cega... meio esquisita. A galera chama ela de fubanga.
John B riu de leve.
— Então é pra lá que a gente vai.Sem perder tempo, o grupo pegou as mochilas e partiu de lancha até a tal ilha. Chegaram próximo da casa, já era quase 00:30 da madrugada. Tudo estava escuro e silencioso. As janelas pareciam trancadas há anos. A única luz vinha da lua, que iluminava fracamente o muro de pedra.
— Bora pular logo isso aí — disse JJ, já pegando impulso.
Um a um, escalaram e pularam o muro da casa. O coração batia rápido, mas a adrenalina falava mais alto. A velha provavelmente já estava dormindo, então o grupo decidiu seguir em silêncio. Cada passo dentro do quintal parecia mais pesado do que o anterior.
Algo ali dentro os esperava.
E não era só poeira.
CAPÍTULO 2
Após entrarmos no porão e de uma intensa procura, encontramos uma fossa, onde provavelmente estará o ouro tão aclamado e desejado por todos. Logo vamos pegando os equipamentos de qualidade duvidosa.JJ.
— Bora pegar o que é nosso, galera!
Pop.
— John B, vai pegar a corda para jogarmos você lá.
John B.
— Nem fudendo.
Kiara.
— Ah, mas você vai sim. John B.
— Ah, tá que eu vou, é sério, não vou nem que me paguem.
JJ.
— Aff, foda-se, eu vou então.
Jogaram a corda e eu fui sem medo, não imaginava que a fossa seria tão grande e escura, de repente um pensamento de solidão foi de encontro a ele.
Mas me lembrei de toda a dificuldade que passei em toda a minha vida e lembrei de todo mundo que está contando comigo.
CAPÍTULO 3
Desci mais devagar do que imaginei. A corda balançava com o vento que subia da fossa, gelado e estranho. A lanterna na minha testa tremia, e a cada metro que eu descia, sentia que alguma coisa observava.
— Tá tudo certo aí, John B?!
Gritou Kiara lá de cima.
— Ainda tô descendo!
Respondi, tentando parecer mais corajoso do que realmente estava.
Quando meus pés tocaram o chão, pisei em algo mole. A lanterna iluminou... era um pedaço de pano velho, parecia um manto antigo, talvez até de alguém que já tinha estado ali.
— Achei alguma coisa!
Gritei.
Enquanto explorava, bati o pé em algo metálico. Era um cofre. Um cofre enferrujado, com símbolos estranhos. Tentei abrir, mas não saía nem com reza brava. Precisaria de força ou alguma chave.
— Manda a mochila!
Gritei.
— Tem alguma ferramenta aí?
JJ jogou a mochila amarrada na outra ponta da corda. Dentro dela, peguei uma chave de roda e um pé de cabra. Com algum esforço, consegui quebrar a lateral do cofre.O barulho ecoou alto na fossa, e na mesma hora ouvi um estalo acima de mim.— Ei!
Kiara sussurrou com urgência.
— A velha acendeu a luz! Ela tá acordada!
Pop completou:
— Mano, vamo logo! Pega o que der e sobe! Antes que ela chame a polícia, ou sei lá, um demônio.
Dentro do cofre, havia um pequeno baú de madeira. Peguei e amarrei no cinto, subi na corda o mais rápido que consegui.
Cheguei lá em cima ofegante, Kiara puxou meu braço com pressa.
— Corre!
Fugimos pelos fundos, entre árvores e mato. O barulho da casa aumentava atrás de nós.
A velha gritava com uma voz que parecia de outra vida.
Chegamos na estrada ofegantes, mas com o baú nas mãos. A gente se entreolhou. JJ riu.
— Isso sim é adrenalina, porra!
Sarah, que tinha ficado no carro, abriu a porta e gritou:
— O que vocês fizeram?!
Tá todo mundo falando que tem polícia indo pra Ilha Kook!
John B abriu o baú ali mesmo no escuro. Dentro, enrolado em um pano vermelho, havia um mapa... mas não era só um mapa.
Era um convite antigo, com o nome do pai dele. E um símbolo estranho que Kiara reconheceu na hora:
— Esse símbolo... é da Ordem da Cruz Negra.
Todos se calaram. Aquilo não era só sobre ouro. Era muito mais sombrio do que imaginavam.
CAPÍTULO 4
A gente entrou no carro sem pensar duas vezes. Pop assumiu o volante, enquanto JJ ainda ria, segurando o baú no colo como se fosse um troféu. Sarah tentava entender o que tava rolando, mas ninguém conseguia explicar direito. A adrenalina falava mais alto que a razão.
Kiara segurava o convite com o símbolo da Ordem da Cruz Negra. O papel era grosso, envelhecido, com detalhes em tinta dourada. O nome “Big John”, o pai de John B estava ali. Escrito à mão. Abaixo, uma frase em latim que ninguém entendeu na hora.
— Isso aqui é muito antigo.
Kiara falou, séria.
— Tipo... sociedade secreta mesmo.
Pop riu.
— Tá dizendo que o pai do John B era tipo um templário?
— Tô dizendo que a gente acabou de se meter numa parada maior do que caçar ouro.
Respondeu ela, sem tirar os olhos do convite.
Chegamos na casa do John B e fomos direto para a parte de trás, onde tinha menos chance da polícia ver o carro. Entramos e trancamos tudo.
JJ colocou o baú na mesa, abriu de novo e tirou o mapa com mais cuidado. Não era só um mapa comum. Tinha marcações em vermelho, símbolos antigos e... um código.John B encarou o mapa com os olhos cheios de dúvida.
— Eu já vi isso antes
Disse baixo.
— Quando era pequeno... meu pai me mostrava desenhos assim. Ele dizia que era coisa de "proteger um segredo". Eu achava que era só história de pescador.Sarah perguntou:
— E se ele estivesse tentando te preparar?
— Tipo... se ele sabia que um dia ia desaparecer?
O silêncio tomou a sala por um momento.
Até que JJ soltou:
— Tá, mas e a parte que a velha viu a gente? Será que ela vai falar com alguém?
— Ou será que ela já faz parte disso tudo?
Disse Kiara, com um olhar desconfiado.
— Vai que ela é uma guardiã desse segredo?
— Guardiã? Cês tão pirando.
— Respondeu Pop.
— Mas, honestamente, depois do que a gente viu naquela fossa, eu acredito em tudo.Sarah pegou o celular e tirou uma foto do convite. Pesquisou o símbolo e, depois de alguns minutos, achou uma imagem parecida num site escondido, de fórum fechado.
— Achei algo...
Disse ela.
— A Cruz Negra era uma irmandade que surgiu no século XVII. Eles protegiam artefatos poderosos e amaldiçoados. Dizem que guardavam objetos que poderiam mudar o rumo da história.
John B olhou de novo para o mapa.
— Então talvez... meu pai não morreu por causa de ouro. Talvez foi por causa disso.
A noite caiu pesada, cheia de tensão. Ninguém conseguiu dormir. O clima estava diferente. O que parecia só mais uma aventura atrás de ouro agora tinha se transformado numa corrida contra algo desconhecido, perigoso... talvez até mortal.
E ali, naquele momento, sem saber o que viria, John B olhou para todos e falou:
— Se a gente continuar, não tem mais volta. Mas se tiver algo aqui que meu pai deu a vida pra proteger... eu não vou parar agora.
JJ acendeu outro cigarro.
— Tô contigo, irmão.
Kiara assentiu.
Sarah segurou a mão dele.
Pop bateu na mesa.
A próxima parada: a próxima marca no mapa.
E tudo que viesse com ela.
CAPÍTULO 5
Na manhã seguinte, o grupo se reuniu para decidir o próximo passo. A próxima marca no mapa apontava para um farol abandonado do outro lado da ilha, na região que um dia pertenceu aos pescadores expulsos pela expansão dos Kooks.
— A gente vai mesmo meter o pé pra lá?
JJ perguntou, amarrando a bota com o dente de cigarro no canto da boca.
— Não temos escolha. Tá tudo indicando que a próxima pista tá nesse farol.
Respondeu John B.
Kiara observava o mapa, mas sua mente estava em outro lugar.
— Vocês já pararam pra pensar no que a gente tá fazendo? Tipo... a gente tá invadindo lugares, mexendo em segredos que nem sabemos de quem são. Isso tudo... tem consequência.
Sarah completou:
— E se o que a gente descobrir for pesado demais? E se o pai do John B não for quem a gente pensa?
John B ficou em silêncio. Aquela dúvida já o consumia há dias.
No caminho, passaram pela parte mais pobre da ilha. Casas caindo aos pedaços, ruas de terra batida, crianças brincando com garrafas plásticas. Era o outro lado da Outer Banks que ninguém mostrava nos folhetos de turismo. O lado que os Kooks fingiam não existir.
— Meu pai dizia que esse lugar aqui foi tomado deles. Que antes tudo isso era área de pesca comunitária.
Disse Pop, olhando pela janela.
— Agora, virou lixo dos ricaços.
— E o farol?
Kiara perguntou.
— Era deles também.
Respondeu.
— Até ser abandonado depois de uma briga judicial. Ninguém nunca mais chegou perto.
A chegada ao farol foi tensa. O lugar parecia ter parado no tempo. Paredes descascadas, escadas de ferro enferrujadas, vidros quebrados. No topo, uma inscrição em latim igual à do convite. Subiram com cuidado. Lá em cima, encontraram uma caixa de madeira escondida sob uma laje solta. Dentro, uma filmadora antiga, com uma fita marcada: “Big John – 1999”.
Eles assistiram ali mesmo, no celular de Pop, adaptado com uma entrada de fita.
Na gravação, o pai de John B aparece sentado numa cadeira, visivelmente cansado.“Se você está vendo isso, talvez já seja tarde. A Ordem da Cruz Negra é real. Eles não protegem tesouros. Eles decidem quem pode ter acesso à verdade. Me disseram que eu não era digno. Mas eu descobri o que eles escondem... e agora eles querem me silenciar. Filho, se um dia chegar até aqui... perdoe-me por não ter sido forte o suficiente para protegê-lo disso.”
John B se afastou, os olhos marejados. Sarah foi até ele, mas ele levantou a mão.
— Ele sabia que iam matar ele... e mesmo assim continuou.
Disse com a voz embargada.
— E agora a gente tá aqui, repetindo o caminho.
Kiara questionou:
— E a gente? A gente vai fazer o quê com isso? Mostrar pro mundo? Ou esconder como todos os outros fizeram?
Foi ali que a questão ética caiu sobre todos.
Se revelassem tudo, poderiam provocar uma guerra de interesses, mexer com pessoas poderosas, acabar com a paz frágil da ilha. Mas se escondessem... seriam cúmplices da mesma estrutura que tirou o pai de John B.
— A verdade tem preço.
Disse JJ.
— Mas mentir custa mais caro. John B olhou para todos. A fita ainda rodava, mas o som sumira. Só restava o chiado.
— Vamos até o fim. Não só por mim... mas por todos que perderam algo nessa história.
Eles sabiam que a partir daquele momento, não estavam mais só atrás de um tesouro.
Estavam atrás de justiça.
E o próximo passo?
Descobrir quem mais fazia parte da Ordem. E o que ela ainda escondia.
















Megamente: a ascensão de um vilão fracassado
Fanfictions nos anos finais do Ensino Fundamental







Sinopse
Após eliminar seus maiores rivais e assumir o controle de Metro City por meio do medo e da violência, Megamente finalmente conquista a glória que sempre desejou. Contudo, o poder absoluto revela-se frágil e insatisfatório, e sua queda parece inevitável quando enfrenta novamente MetroMan em um confronto que redefine o destino da cidade. Dado como morto, Megamente retorna das sombras não como um vilão impulsivo, mas como um estrategista disposto a impor ordem a qualquer custo. Entre planos extremos, dilemas éticos e a possibilidade de recomeço, ele se vê obrigado a confrontar o vazio deixado por sua própria vitória. Uma narrativa sobre poder, identidade e amadurecimento moral, em que a verdadeira ascensão não está em dominar o mundo, mas em reconhecer os limites entre controle, responsabilidade e escolha.
Assista a um pequeno trailer da fanfic

Megamente: a ascensão de um vilão fracassado
CONTEXTO
(Luta do MetroMan vs Titan acontecendo)
CAPÍTULO 1
MetroMan estava sobrecarregado detendo Titan enquanto ajudava os cidadãos. Megamente estava observando, planejando seu plano malevolente, enquanto seu parceiro Criado preparava o seu arsenal. Os dois foram para os destroços onde a batalha acontecia e avistaram algo estranho, apenas uma pessoa estava de pé, e não era o MetroMan. Os cidadãos clamavam por um herói, e então Megamente saca sua arma desidratadora e o transforma em um cubo de gelo, em seguida ele pisa brutalmente no cubo, com isso os cidadãos o aclamam, e tem sua fama e glória.
O que o povo não contava era que quem nasce vilão sempre será vilão. Sem MetroMan e sem Titan, ninguém iria derrotá-lo. Todos entram em choque após revelar que ele instalou quilos de dinamite pela cidade, inclusive em hospitais e creches, e apontar um canhão para todos que lá estavam, com isso ele EXIGE governar a cidade.
O novo governador da cidade aumenta os impostos, tudo isso para financiar experimentos e para construir sua MegaCidade. Ele capturava pessoas para teste de armas biológicas, ele era um DITADOR.
Junto ao governo, o MetroMan, enfraquecido da sua luta, estava em busca de desarmar as dinamites ou qualquer arma que ameaçasse a cidade. Eles fizeram o possível para deixar a população segura.
Agora, o objetivo era a base do Megamente, pois, caso ele fosse derrotado, eles poderiam desativar as armas sem que ninguém atrapalhasse. Junto do exército, MetroMan invade a base do Megamente, e então o encontram em sua nova armadura, começando assim o combate. Megamente, furioso, vai medir forças contra o MetroMan, com um golpe de seu braço mecânico ele enfia MetroMan no chão, e com suas armas, derrota os soldados que lá estavam.
Ele golpeia MetroMan seguidamente, mas o MetroMan tinha o plano B, o exército usa um soro de supersoldado no MetroMan, não só recuperando toda sua força, mas o deixando mais forte do que antes, assim igualando força com o Megamente. Ele desfere outro soco, que não surte efeito, é aí que ele é facilmente levantado, que o bate no chão de um lado pro outro, Megamente sem escolha, abre um compartimento no peito de sua armadura, ele reconhece a força do seu oponente e diz:
— Esse mundo ficaria mais equilibrado sem nenhum de nós dois, BYE BYE!
E explode, levando os três a fatalidade (o criado estava lá também).
Após isso, Metro City, estava retornando a seu equilíbrio normal, as pessoas que eram cobaias, foram soltas, e voltaram pra suas vidas, e Metro City, pode sorrir novamente.
CAPÍTULO 2
Dias após a suposta morte de Megamente, boatos começaram a circular por Metro City. Alguns diziam que viram um brilho azul nos esgotos. Outros juravam ter ouvido a risada peculiar do vilão ecoando pelos becos. Enquanto isso, MetroMan trabalhava dia e noite para reerguer a cidade. Mesmo mais forte com o soro de supersoldado, ele sentia que algo não estava certo. Era como se... Megamente ainda estivesse entre eles.
Na realidade, Megamente havia sobrevivido. Sua armadura explodira, sim, mas ele havia ativado um protocolo de evacuação de última hora. Seu parceiro, Criado, gravemente ferido, também fora salvo, mas estava em coma induzido em um esconderijo subterrâneo. Consumido pelo fracasso, Megamente passou dias em silêncio, observando Metro City pelas câmeras secretas que ainda funcionavam. Ele via o povo se reconstruindo... felizes... sorrindo... sem ele.
— Eles me esqueceram... mais rápido do que eu imaginava.
Sussurrou diante de uma tela.
Mas quando um grupo de rebeldes começou a vandalizar monumentos e atacar inocentes.
Megamente enxergou uma nova chance.
— Eles precisam de ordem... precisam de mim.
CAPÍTULO 3
MetroMan é surpreendido por uma nova transmissão na televisão. Uma figura encapuzada, com uma voz alterada eletronicamente, prometendo restaurar a verdadeira ordem. Os ataques pararam misteriosamente. Os criminosos passaram a desaparecer sem deixar rastros. O povo começou a suspeitar... estaria Megamente de volta?Sim. Ele estava.Mas não como antes. Desta vez, mais estratégico. Mais calculista. Megamente não queria mais apenas o caos. Ele queria mostrar que o mundo precisava de limites, de lógica. De controle.Enquanto isso, Criado acorda lentamente de seu coma. Com a memória afetada, ele não reconhece Megamente de imediato. Isso o abala. Pela primeira vez, Megamente se pergunta se realmente vale a pena tudo aquilo.Mas o plano já estava em ação. Uma nova arma estava sendo construída: o "Reorganizador Neural", um dispositivo que reprogramaria o pensamento coletivo da cidade. Seriam todos mais obedientes. Uma paz forçada, mas paz, ainda assim.
CAPÍTULO 4
MetroMan decide investigar por conta própria. Invade o antigo covil de Megamente e encontra uma nova base subterrânea parcialmente ativa. Lá, vê imagens da cidade, dados em tempo real e... planos de uma nova arma. Ele percebe então: Megamente não está morto. E está mais perigoso do que nunca.MetroMan precisa fazer uma escolha. Contar à cidade e causar pânico, ou tentar deter Megamente silenciosamente? Ele escolhe o segundo.MetroMan invade a nova base. Mas desta vez, é recebido com algo inusitado: Megamente o espera calmamente, sem armadura, sem armas.— Não vim lutar. Vim mostrar que estou certo.Um debate ético se inicia. Megamente expõe o caos crescente do mundo. MetroMan defende a liberdade acima de tudo.Criado, ouvindo a conversa, aparece. Ainda confuso, ele implora que parem.— Vocês dois são tudo que temos. Se destruírem um ao outro, quem vai proteger essa cidade?
CAPÍTULO 5
A discussão leva Megamente a refletir. Pela primeira vez, ele aceita que talvez controle total não seja a solução. Ele desativa o Reorganizador Neural. MetroMan se oferece para ajudá-lo a usar sua inteligência para o bem.No final, Megamente não vira herói. Mas também não é mais um vilão. Ele passa a trabalhar nas sombras, auxiliando a cidade com tecnologia e prevenindo novos desastres. Ele segue sendo um gênio... incompreendido, talvez. Mas não mais odiado. E Metro City? Agora, verdadeiramente em paz.
FIM (por enquanto...)















Carros: o último relâmpago


Fanfictions nos anos finais do Ensino Fundamental
Sinopse
Após um grave acidente que ameaça encerrar sua carreira, Relâmpago McQueen retorna a Radiator Springs em busca de recuperação e sentido. Entre dúvidas, dores e o avanço de uma nova geração tecnológica, ele reencontra apoio em velhos amigos e em Pelé, um ex-corredor que o ajuda a redescobrir o prazer de correr e a confiança em si mesmo. Combinando experiência, inovação e amadurecimento emocional, McQueen volta às pistas para sua última corrida, transformando a vitória não em um ponto final, mas em um novo começo. Uma narrativa sobre superação, legado e pertencimento, que mostra que vencer nem sempre é cruzar a linha de chegada primeiro, mas saber quando seguir em frente e para quem deixar o caminho aberto.
Assista a um pequeno trailer da fanfic

Carros: o último relâmpago
CONTEXTO
Um acidente grave abrevia a temporada de McQueen, fazendo-o voltar à cidade interiorana que o recebeu no primeiro longa.
Depois que McQueen sofreu o grave acidente durante uma das etapas classificatórias da temporada, o mundo das corridas ficou em silêncio. Todos os jornais e programas esportivos falavam sobre o possível fim da carreira do Relâmpago. Os fãs estavam preocupados. McQueen, no entanto, foi levado de volta a Radiator Springs, a cidade que um dia o transformou não apenas como corredor, mas como carro.
Lá, ele reencontrou um amigo de longa data, um carro conhecido como Pelé, um antigo corredor das pistas europeias que havia se aposentado e se mudado para Radiator Springs em busca de tranquilidade. Quando soube do acidente de McQueen, Pelé se ofereceu imediatamente para ajudá-lo. Com seu jeito calmo e experiente, ele se tornou fundamental na recuperação de McQueen. Eles passaram horas conversando, treinando com leveza, relembrando antigas corridas e redescobrindo o amor pelas pistas.
Durante o primeiro mês de recuperação, McQueen se sentia inseguro. A dor física era acompanhada da insegurança mental. Ele via a nova geração de corredores dominando as pistas com tecnologias modernas, sistemas de inteligência artificial embarcada e motores turbinados. Enquanto isso, ele se via como um carro do passado.
Foi então que Pelé o apresentou a uma nova tecnologia experimental de motorização híbrida, desenvolvida em parceria com uma oficina de Radiator Springs e alguns engenheiros da Rusteze. Essa tecnologia unia potência clássica com controle digital moderno, permitindo que McQueen tivesse mais aceleração, estabilidade e resistência.
Mesmo com a nova tecnologia, McQueen ainda relutava em voltar. Foi Sally quem, em um passeio pela Rota 66, disse:
— Você já superou o impossível antes. A diferença agora é que você não está sozinho. E não precisa correr para provar nada, só para fazer aquilo que ama.
Aos poucos, com o apoio de Pelé, Sally, Mate, Luigi e de toda a cidade, McQueen reencontrou sua motivação. Os treinos voltaram com força total. McQueen corria pelas antigas estradas de terra como nos velhos tempos, agora mesclando seu estilo clássico com novos métodos, como simulações digitais e análise de desempenho por telemetria.
Chegado o grande dia da Copa Pistão, o Autódromo Internacional de Los Angeles estava lotado. McQueen, com um novo design que mesclava tradição e modernidade, entrou na pista com confiança. Seu nome foi ovacionado por toda a torcida. Ele havia treinado como nunca, mental e fisicamente preparado.
Na largada, McQueen disparou à frente e manteve a liderança durante boa parte da corrida. A vibração da torcida era contagiante. Mas, como num roteiro dramático, Jackson Storm apareceu, imponente, rápido, frio. Com um sorriso sarcástico, ultrapassou McQueen sem esforço. Naquele momento, a dúvida voltou à mente do Relâmpago.
Mas bastou um instante, um pensamento: ele fechou os faróis e lembrou de tudo — do acidente, da dor, da superação, de Pelé gritando nas manhãs de treino, das palavras de Sally e dos risos com Mate. Aquilo reacendeu seu espírito.
McQueen acelerou como nunca antes, cortando o vento, ignorando o cansaço e o medo. Na última volta, a poucos metros da linha de chegada, ele alcançou Storm e, com uma ultrapassagem precisa e espetacular, assumiu a dianteira. A torcida explodiu. Fogos de artifício, gritos e lágrimas — McQueen cruzava a linha de chegada como o grande campeão.
No pódio, com o troféu da Copa Pistão em mãos, ele respirou fundo e fez seu discurso:
McQueen:
— Hoje é um dia que vou lembrar para sempre, e não poderia deixar de começar agradecendo a cada um de vocês. Ser campeão é um sonho que se torna realidade, mas nada disso seria possível sem o apoio e a confiança que obtive de tantos ao longo dessa longa jornada. Pelé, obrigado por me mostrar que a força está na mente e no coração. Radiator Springs, obrigado por me lembrar de quem eu sou. Nesse momento, anuncio minha aposentadoria. Encerro hoje esta jornada nas pistas, mas não a minha paixão pelas corridas. Obrigado a todos por me acompanharem nesta grande carreira.
A multidão o aplaudiu de pé.
Depois da corrida, o clima era de festa. Fogos de artifício coloriam o céu sobre o Autódromo Internacional de Los Angeles. McQueen, agora coroado mais uma vez como campeão da Copa Pistão, cruzava lentamente a pista, acenando para a torcida que o aplaudia de pé. Não havia apenas gritos de vitória — havia respeito, emoção e admiração.
Os repórteres cercaram-no como sempre, microfones de todos os lados, flashes das câmeras disparando como relâmpagos. Mas ele, calmo, sorriu gentilmente, acenou com os pneus e disse:
— Hoje, as palavras são mais importantes que a velocidade.
E, com isso, pediu silêncio. Todos respeitaram. Era hora de ouvir o Relâmpago.
McQueen:
— O que vivemos aqui hoje não é só uma vitória. É o fechamento de um ciclo. Um ciclo de esforço, de quedas, de recomeços. Eu não estaria aqui se não fosse por Radiator Springs, meus amigos e… um certo carro chamado Pelé.
(Narrador)
A câmera mostrou Pelé na arquibancada, emocionado, com seus faróis marejados.McQueen:
— Ele me ensinou que a velocidade não está só no motor. Está na coragem. Está em não desistir quando tudo parece perdido. Pelé, obrigado por reacender o combustível da minha alma.
Nesse instante, Sally se aproxima dele, o cumprimenta com um beijo no capô. Mate, com seus dentes tortos e sorriso largo, grita:— Você é o melhor que já rodou nessa pista, McQueen!
E todos aplaudem.Alguns dias depois, Radiator Springs estava em festa. A cidadezinha nunca tinha visto tanta movimentação. Faixas coloridas, luzes penduradas nos postes, e no centro de tudo: McQueen, agora aposentado, mas com o mesmo brilho nos faróis.
Doc Hudson sempre disse que o verdadeiro campeão não é aquele que ganha todas as corridas, mas aquele que deixa um legado. E McQueen tinha feito exatamente isso.Pelé, agora seu amigo inseparável, caminhava com ele pela rua principal.Pelé:
— E agora, campeão? Vai só lavar o capô e tomar sol?
McQueen (sorrindo):
— Que nada. Tenho muitos jovens pilotos para treinar. Agora, é minha vez de ser o Doc Hudson de alguém.
E assim, Relâmpago McQueen transformou sua vitória em inspiração. Treinava, contava histórias e, principalmente, ensinava que ninguém vence sozinho. Que há poder em recomeçar. E que mesmo quando o motor falha… o coração ainda pode acelerar.
Radiator Springs voltou a ser sua casa, não como um refúgio, mas como um lar definitivo. Lá, McQueen encontrou paz, amizade e propósito. E toda vez que o sol se punha, ele podia ouvir o eco das arquibancadas ao longe…
E assim, McQueen finalizou sua trajetória como corredor. Voltou para Radiator Springs como herói, mentor e lenda. Passou a treinar novos carros, contando histórias e ensinando que ser rápido é importante, mas ser verdadeiro é o que faz um campeão.






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